Era em uma sexta feira Cecília chega
do trabalho e estaciona seu carro velho na garagem e entra para a sua casa, logo vai tomar um banho e descansar em seu quarto. Betty sua mãe entra
em seu quarto para conversar sobre seu irmão Junior, – Não aguento mais, não
estou conseguindo dar conta das despesas da casa sozinha com você, o Junior não
quer fazer nada da vida, agora mesmo ele saiu para ir a uma festa. – Dizia ela se
lamentando. Eu estava triste por tudo que estava acontecendo, e por meu
irmãozinho de dezoito anos não nós ajudar em casa, não sei porque ele é assim.
Mas na verdade também me encontrava cansada de ouvi-la reclamar do Junior todos
os dias, já sabia o mesmo papo de sempre, mas ao mesmo tempo sinto que devo
fazer algo a respeito já. E essa era minha vida. Minha mãe ficou no quarto
sentada na minha cama e ligou a televisão enquanto eu fiquei mexendo em meu
notebook, após isso decido deitar em minha cama, e junta a ela assistir TV. No relógio já batia 23h. Acabei deitando
em minha cama do lado da minha mãe, estávamos em silêncio com a TV
ligada, fiquei acordava ainda assistindo. Até que vi que estava passando uma
reportagem de um jovem que estava doente, a entrevista mostrava ele deitado explicando que sentira muitas dores nas pernas e em todo corpo e não conseguia mais se
levantar, mas enquanto via-o falando, meu coração se cortava em vários
pedacinhos. Na vez dos pais, eles diziam sobre os diagnósticos os sintomas a qual nem os médicos conseguiram detectar o que tinha. Naquele momento
fiquei olhando fixamente para a televisão extremamente comovida como nunca
antes e fui dormir com ele na minha cabeça. Como Cecília era muito curiosa e teimosa
logo no dia seguinte procurou saber mais sobre a história dele, até conseguir um contato dele.
Dias depois estávamos na cozinha e pergunto a minha mãe se ela se lembrava da reportagem que tinhamos visto na TV, – Qual? Ah sim, lembro minha filha, eu fico realmente chateada pela situação que ele e a família passam.
– Sabe mãe! Eu também fiquei muito triste, procurei sobre ele na internet e consegui o endereço de onde ele mora, queria fazer uma visita, não é muito longe daqui, e além disso talvez consiga até um trabalho, e assim poder ajudar de alguma forma. – Minha filha é muito admirável ver as pessoas se importando, mas nós não temos como ajudar nesse momento.
– Mas é quando não temos que devemos ajudar, não podemos esperar ficarmos rica, vamos? eles iriam gostar de receber pelo menos uma visita faz bem, por favor, me acompanha?
– Bom já que é assim, como posso recusar um pedido desses. Ela alisa meu rosto – Eu sorrio e a abraço feliz por te a convencido.
Era em um sábado, saindo de casa abrimos a porta, por onde entrou um vento congelante, andamos até o meu carro velho e fomos a caminho. Enquanto eu estava dirigindo percebia que estávamos cada vez mais próximas a casa dele e ficava ansiosa.
Quando finalmente chegaram Cecília por ser muito tímida não deixará de hesitar, parou seu carro em frente à casa e duvidou se tinha sido uma boa ideia ter ido até ali – Mãe! Acho melhor não entrarmos mais, eles vão achar muito estranho ou pior irão achar que nós somos sequestradores. – Minha filha tem certeza? Já estamos bem aqui, só vamos conversar um pouquinho, com certeza irão pensar que você tem um bom coração, o pior que pode acontecer seria o menino não querer receber visitas, mas aí temos que entender o lado dele.
Tocamos a campainha e enquanto esperávamos eu fiquei atrás da minha mãe, respirando fundo o ar gelado. – Até que atendeu uma moça que aparentemente trabalhava para eles, nos identificamos e falamos que queríamos falar com os pais do Joseph, ela sorri gentilmente pedindo para que nós aguardemos no saguão. Seguro forte a mão da minha mãe e entramos, ficamos ali esperando e não deixamos de perceber que a casa era muito grande, linda e tinham riquezas de detalhe, diferente da nossa, muito aconchegante com certeza ali eles estavam protegidos do frio. Os vejo descendo e em seguida levantamos da poltrona, eles nos recebem com beijo no rosto e apertos de mão – Tudo bom? Que honra devemos receber essa visita tão especial. Dizia o pai.
– Você é uma amiga do Joseph? Nossa ele vai ficar muito feliz minha querida, há um tempo que ele não recebe visita dos seus amigos. – Dizia a mãe esperançosa.
Na hora que minha mãe olha para mim e eu olhei de volta e vejo ela me obrigando a falar. – Me desculpa senhora, eu na verdade vi a reportagem dele na televisão e mexeu muito comigo procurei saber onde morava, então por isso tomei essa iniciativa e quis vim conhecê-lo pessoalmente se não tiver nenhum problema.
Eles ficaram sérios na hora de desapontamento por não ser nenhuma conhecida mais admiraram o ato – Cecília você é uma menina linda e vocês parecem ser pessoas do bem, vou leva-las lá em cima.
Atravessamos uma longa escadaria até chegarmos ao quarto de Joseph, eu estava nervosa só para variar, e enfim ela abriu a porta, a primeira vista percebi que o tal garoto Joseph estava deitado com seu violão tranquilo e quando nos viu virou o pescoço para a porta por onde passávamos levando um pequeno susto, ele logo olhou para mim e nesse mesmo segundo senti um uma coisa dar cambalhotas no estômago, tinha algo aqueles profundos olhos azuis, logo a senhora Laura nos apresenta e explica que tínhamos visto ele na televisão e nos deixou sozinhas com ele. – Oi Joseph! Como sua mãe falou eu me chamo Cecília é um prazer te conhecer. Ele estendeu sua mão com um sorriso e mesmo ele ali naquela cama enfrentando tudo aquilo ainda sim era o melhor sorriso de todos, era admirável cheguei a pensar tão lindo para ficar preso ali dentro. – Olá! O prazer é meu, chega aí, você tem quantos anos mesmo? – Eu?.. tenho vinte e um. – E eu tenho vinte, realmente prefiro meninas mais velhas que eu. – ele sorrir. Minha mãe nessa hora olha para mim e começa a rir, tanto que seu rosto parecia queimar, na hora achei um pouco abusado esse comentário e me faz ficar envergonhada, então logo troco de assunto – Bom me diz qual é a música que você gosta mais de tocar no seu violão? Ele olha desconfiado e não responde nada – Bem aqui, eu trouxe umas frutas e chocolates, espero que goste de doces, disse lhe entregando uma sexta. – É engraçado você se preocupar comigo sem nunca ter me visto, você deve estar querendo saber como eu me sinto não é, estando aqui vinte e quatro horas por dia? Vou te falar, é até bom porque eu só fico deitado, e é o que eu gosto mais nessa vida, eu gosto mesmo é de ver as nuvens passeando no céu, e mesmo antes quando não tinha essa doença eu periferia não me envolver com atividades que me dessem muita responsabilidade porque tenho preguiça de resolver. – diz ele relaxado. Eu o ouvia e não
acreditava. – Garoto primeiro, me importar com alguém isso não devia ser tão impressionante assim, se bem que as porque as pessoas hoje em dia andam tão frias que isso parece até ser mérito meu.
– Cecília! Precisamos ir já, dizia minha mãe. Joseph arregala os olhos assustado e enquanto andávamos até a porta ele agradece pela nossa visita – Então você volta amanhã? – Não, não volto. Ele sorri com os olhos, ele me puxa e segura na minha mão – A música que eu mais gosto é “Rascal Flatts Bless the Brouken Road” Não sei se conhece... e também não sei por que, mas confio em você. podemos nos ver amanhã? Perguna com carinha de santo.
– Quem sabe...
Dias depois estávamos na cozinha e pergunto a minha mãe se ela se lembrava da reportagem que tinhamos visto na TV, – Qual? Ah sim, lembro minha filha, eu fico realmente chateada pela situação que ele e a família passam.
– Sabe mãe! Eu também fiquei muito triste, procurei sobre ele na internet e consegui o endereço de onde ele mora, queria fazer uma visita, não é muito longe daqui, e além disso talvez consiga até um trabalho, e assim poder ajudar de alguma forma. – Minha filha é muito admirável ver as pessoas se importando, mas nós não temos como ajudar nesse momento.
– Mas é quando não temos que devemos ajudar, não podemos esperar ficarmos rica, vamos? eles iriam gostar de receber pelo menos uma visita faz bem, por favor, me acompanha?
– Bom já que é assim, como posso recusar um pedido desses. Ela alisa meu rosto – Eu sorrio e a abraço feliz por te a convencido.
Era em um sábado, saindo de casa abrimos a porta, por onde entrou um vento congelante, andamos até o meu carro velho e fomos a caminho. Enquanto eu estava dirigindo percebia que estávamos cada vez mais próximas a casa dele e ficava ansiosa.
Quando finalmente chegaram Cecília por ser muito tímida não deixará de hesitar, parou seu carro em frente à casa e duvidou se tinha sido uma boa ideia ter ido até ali – Mãe! Acho melhor não entrarmos mais, eles vão achar muito estranho ou pior irão achar que nós somos sequestradores. – Minha filha tem certeza? Já estamos bem aqui, só vamos conversar um pouquinho, com certeza irão pensar que você tem um bom coração, o pior que pode acontecer seria o menino não querer receber visitas, mas aí temos que entender o lado dele.
Tocamos a campainha e enquanto esperávamos eu fiquei atrás da minha mãe, respirando fundo o ar gelado. – Até que atendeu uma moça que aparentemente trabalhava para eles, nos identificamos e falamos que queríamos falar com os pais do Joseph, ela sorri gentilmente pedindo para que nós aguardemos no saguão. Seguro forte a mão da minha mãe e entramos, ficamos ali esperando e não deixamos de perceber que a casa era muito grande, linda e tinham riquezas de detalhe, diferente da nossa, muito aconchegante com certeza ali eles estavam protegidos do frio. Os vejo descendo e em seguida levantamos da poltrona, eles nos recebem com beijo no rosto e apertos de mão – Tudo bom? Que honra devemos receber essa visita tão especial. Dizia o pai.
– Você é uma amiga do Joseph? Nossa ele vai ficar muito feliz minha querida, há um tempo que ele não recebe visita dos seus amigos. – Dizia a mãe esperançosa.
Na hora que minha mãe olha para mim e eu olhei de volta e vejo ela me obrigando a falar. – Me desculpa senhora, eu na verdade vi a reportagem dele na televisão e mexeu muito comigo procurei saber onde morava, então por isso tomei essa iniciativa e quis vim conhecê-lo pessoalmente se não tiver nenhum problema.
Eles ficaram sérios na hora de desapontamento por não ser nenhuma conhecida mais admiraram o ato – Cecília você é uma menina linda e vocês parecem ser pessoas do bem, vou leva-las lá em cima.
Atravessamos uma longa escadaria até chegarmos ao quarto de Joseph, eu estava nervosa só para variar, e enfim ela abriu a porta, a primeira vista percebi que o tal garoto Joseph estava deitado com seu violão tranquilo e quando nos viu virou o pescoço para a porta por onde passávamos levando um pequeno susto, ele logo olhou para mim e nesse mesmo segundo senti um uma coisa dar cambalhotas no estômago, tinha algo aqueles profundos olhos azuis, logo a senhora Laura nos apresenta e explica que tínhamos visto ele na televisão e nos deixou sozinhas com ele. – Oi Joseph! Como sua mãe falou eu me chamo Cecília é um prazer te conhecer. Ele estendeu sua mão com um sorriso e mesmo ele ali naquela cama enfrentando tudo aquilo ainda sim era o melhor sorriso de todos, era admirável cheguei a pensar tão lindo para ficar preso ali dentro. – Olá! O prazer é meu, chega aí, você tem quantos anos mesmo? – Eu?.. tenho vinte e um. – E eu tenho vinte, realmente prefiro meninas mais velhas que eu. – ele sorrir. Minha mãe nessa hora olha para mim e começa a rir, tanto que seu rosto parecia queimar, na hora achei um pouco abusado esse comentário e me faz ficar envergonhada, então logo troco de assunto – Bom me diz qual é a música que você gosta mais de tocar no seu violão? Ele olha desconfiado e não responde nada – Bem aqui, eu trouxe umas frutas e chocolates, espero que goste de doces, disse lhe entregando uma sexta. – É engraçado você se preocupar comigo sem nunca ter me visto, você deve estar querendo saber como eu me sinto não é, estando aqui vinte e quatro horas por dia? Vou te falar, é até bom porque eu só fico deitado, e é o que eu gosto mais nessa vida, eu gosto mesmo é de ver as nuvens passeando no céu, e mesmo antes quando não tinha essa doença eu periferia não me envolver com atividades que me dessem muita responsabilidade porque tenho preguiça de resolver. – diz ele relaxado. Eu o ouvia e não
acreditava. – Garoto primeiro, me importar com alguém isso não devia ser tão impressionante assim, se bem que as porque as pessoas hoje em dia andam tão frias que isso parece até ser mérito meu.
– Cecília! Precisamos ir já, dizia minha mãe. Joseph arregala os olhos assustado e enquanto andávamos até a porta ele agradece pela nossa visita – Então você volta amanhã? – Não, não volto. Ele sorri com os olhos, ele me puxa e segura na minha mão – A música que eu mais gosto é “Rascal Flatts Bless the Brouken Road” Não sei se conhece... e também não sei por que, mas confio em você. podemos nos ver amanhã? Perguna com carinha de santo.
– Quem sabe...
Na descida das escada sua mãe me pede para voltar no dia seguinte:
– Ele é mais cavalheiro do que pensa, ele pensa de forma autentica, despretensiosa carismática. Por favor volte sempre que quiser.
Ao entardecer voltamos para casa e quando estávamos dentro de casa mal tínhamos o que comer no armário, mas a minha satisfação com a minha emoção e meus sonhos já me bastavam e nem senti fome naquele dia – Cecília eu pude perceber que ele gostou de você, você pretende voltar amanhã? – Eu não sei, talvez sim, ele é bem espertinho não acha? – Minha filha o entenda, ele é tão sozinho seja uma companhia para ele, mesmo que tenham começado de um jeito estranho.
Quando fora a noite uma ligação toca no meu telefone, – Cecília amanhã você virá trabalhar mesmo? – Não, amanhã é minha folga flor. – Cecília se esqueceu que o patrão disse que por você trabalhar aqui na loja de sapatos muito tempo só confia em você para vender mais nos dias dos namorados, esqueceu que é amanhã? – Não acredito! Eu esqueci totalmente, pode deixar amanhã estarei lá. Quando desliguei o telefone depois de alguns minutos me veio à lembrança de Joseph que me acompanhava, principalmente do desapontamento que causaria nele por não comparecer amanhã a casa dele.
No dia seguinte Joseph ficou tão animado que colocou a melhor blusa para receber Cecília, se arrumou todo e com uma hora de antecedência, ainda pediu para que sua mãe comprace flores, aliás estava todo pronto e cheiroso, e lá estava ele animado e esperando. Olhava as horas passarem na esperança de vê-la, olhava para a janela o sol já estava se pondo, até receber um telefonema e o recado de sua mãe dizendo que Cecília não iria mais poder ir, ele como sempre essa notícia não fez ficar abalado, para ele tudo estava bom.
Enquanto eu ralava no trabalho só conseguia me sentir mal, falei com meu patrão tentei pedir para me liberar mais cedo e ele falou que iria me descontar, mas eu não dei a mínima só queria chegar a tempo para ir visita-lo, e nem sei porque fiquei assim deve ser remorso. Chegando a casa dele fui até o quarto e bati na porta, – Mãe eu não quero que você aqueça minhas meias de novo. Quando apareço ele leva um susto – Oi Cecília! é você mesma? – Surpresa! Fica tranquilo eu não vou aquecer suas meias – digo dando risada.
– Senta aqui– diz ele animado.
– Onde?
– Aqui na ponta da cama. E assim foi, fiquei sentada e ficamos alguns minutos olhando um para cara do outro sem falar nada, então me ocupei observando ao redor do quarto.
– Você gosta de globos de neve? Pergunta ele intrigado.
– Gosto sim, mas na verdade não é por isso que estou olhando, é que tem uma blusa jogada em cima dela. Ele começou a rir e puxa rápido a blusa para perto dele – Desculpe-me pelos meus maus modos ontem não queria ter sido um idiota com você. – Bom hoje eu te perdou porque é um dia feliz, é dia dos namorados. – Diz ela animada. – Eu tinha me esquecido, na escola eu fingia estar ocupado para não aguentar garotas e seus dramas, sério acho todas mandonas e problemáticas, exigentes e assustadoras, começando pela minha mãe, por isso nunca tive uma namorada que fazem joguinhos mentais para fazermos o que ela querem. Mas eu fazia favores para evitava brigas e é deselegante não ajudar uma menina, mas eu me considero o rei em fugir e ser covarde, eu tenho consciência disso, e pelo o que eu vi você é bem nervosinha não é mesmo? – Dizia ele rindo
– Ele é mais cavalheiro do que pensa, ele pensa de forma autentica, despretensiosa carismática. Por favor volte sempre que quiser.
Ao entardecer voltamos para casa e quando estávamos dentro de casa mal tínhamos o que comer no armário, mas a minha satisfação com a minha emoção e meus sonhos já me bastavam e nem senti fome naquele dia – Cecília eu pude perceber que ele gostou de você, você pretende voltar amanhã? – Eu não sei, talvez sim, ele é bem espertinho não acha? – Minha filha o entenda, ele é tão sozinho seja uma companhia para ele, mesmo que tenham começado de um jeito estranho.
Quando fora a noite uma ligação toca no meu telefone, – Cecília amanhã você virá trabalhar mesmo? – Não, amanhã é minha folga flor. – Cecília se esqueceu que o patrão disse que por você trabalhar aqui na loja de sapatos muito tempo só confia em você para vender mais nos dias dos namorados, esqueceu que é amanhã? – Não acredito! Eu esqueci totalmente, pode deixar amanhã estarei lá. Quando desliguei o telefone depois de alguns minutos me veio à lembrança de Joseph que me acompanhava, principalmente do desapontamento que causaria nele por não comparecer amanhã a casa dele.
No dia seguinte Joseph ficou tão animado que colocou a melhor blusa para receber Cecília, se arrumou todo e com uma hora de antecedência, ainda pediu para que sua mãe comprace flores, aliás estava todo pronto e cheiroso, e lá estava ele animado e esperando. Olhava as horas passarem na esperança de vê-la, olhava para a janela o sol já estava se pondo, até receber um telefonema e o recado de sua mãe dizendo que Cecília não iria mais poder ir, ele como sempre essa notícia não fez ficar abalado, para ele tudo estava bom.
Enquanto eu ralava no trabalho só conseguia me sentir mal, falei com meu patrão tentei pedir para me liberar mais cedo e ele falou que iria me descontar, mas eu não dei a mínima só queria chegar a tempo para ir visita-lo, e nem sei porque fiquei assim deve ser remorso. Chegando a casa dele fui até o quarto e bati na porta, – Mãe eu não quero que você aqueça minhas meias de novo. Quando apareço ele leva um susto – Oi Cecília! é você mesma? – Surpresa! Fica tranquilo eu não vou aquecer suas meias – digo dando risada.
– Senta aqui– diz ele animado.
– Onde?
– Aqui na ponta da cama. E assim foi, fiquei sentada e ficamos alguns minutos olhando um para cara do outro sem falar nada, então me ocupei observando ao redor do quarto.
– Você gosta de globos de neve? Pergunta ele intrigado.
– Gosto sim, mas na verdade não é por isso que estou olhando, é que tem uma blusa jogada em cima dela. Ele começou a rir e puxa rápido a blusa para perto dele – Desculpe-me pelos meus maus modos ontem não queria ter sido um idiota com você. – Bom hoje eu te perdou porque é um dia feliz, é dia dos namorados. – Diz ela animada. – Eu tinha me esquecido, na escola eu fingia estar ocupado para não aguentar garotas e seus dramas, sério acho todas mandonas e problemáticas, exigentes e assustadoras, começando pela minha mãe, por isso nunca tive uma namorada que fazem joguinhos mentais para fazermos o que ela querem. Mas eu fazia favores para evitava brigas e é deselegante não ajudar uma menina, mas eu me considero o rei em fugir e ser covarde, eu tenho consciência disso, e pelo o que eu vi você é bem nervosinha não é mesmo? – Dizia ele rindo
Levanto uma das sobrancelhas. – Nossa você não tem jeito mesmo em. Sem nós você não estaria aqui e não, eu não sou nervosinha, é porque eu tenho meus
motivos.
– Então me fala dos seus motivos, seus sonhos, tudo que você quer nessa vida, o que quiser falar. Dizia ele com os olhos voltados para mim prestando muita atenção. Aliais você tem um namorado?
– Então me fala dos seus motivos, seus sonhos, tudo que você quer nessa vida, o que quiser falar. Dizia ele com os olhos voltados para mim prestando muita atenção. Aliais você tem um namorado?
– Não eu não tenho.
– Que bom! Pensei que era igual a mim um cara idiota e sem graça.
– Olha! você não é assim, só um pouco mimado, bom em fim. Bom, mas já que insiste eu vou dizer sobre mim. Meu pai abandou minha mãe a mim e meu irmão mais novo, e por isso eu trabalho desde mais nova, tenho que ajudar a minha mãe – dizia séria. – Eu amo minha família eles estão em primeiro lugar na minha vida, mas o meu irmão me tira da paciência porque ele por outro lado não se desacostumou com a vida que tínhamos, a casa maior e mesa de café da manhã farta todos os dias, ele mora lá, porém não nos ajuda nas despesas.
– Poxa que cara legal é o seu irmão e seu pai em. – Dizia com expressão indignado
– Me desculpa mesmo falar tudo isso com você. – Digo sem graça.
– Ei não precisa se desculpar eu queria saber mesmo sua história, você pode desabafar, e além do mais todos nós temos problemas, olha só para mim. E escuta você vai conseguir tudo que quiser você pode fazer o que quiser você é a pessoa mais forte que conheço linda e inteligente.
Enquanto eu disfarcei estar emocionada com o que tinha acabado de falar, troco de assunto para o clima ficar mais descontraído e pergunto – E você? Espera ter uma namorada algum dia? Do seu futuro? Porque eu tenho certeza que você vai se recuperar.
– Eu tinha esperança, mas depois ela começou a me machucar pois cada vez que não conseguia me recuperar meu coração se partia um pouco mais. Mas para te responder a verdade é que não penso muito nisso, talvez que ela não seja muito feia nem muito bonita sabe, ter dois filhos e ver eles se casarem e depois passar o resto da vida deitado jogando jogos, e morrer de velhice antes da minha esposa, é isso meu sonho.– Ual! isso é ótimo, mas você falando assim pareceu corrido. Você não pensa em mais alguma coisa? Até que olho para o meu pulso e vejo que estava tarde. Já tenho que ir. Amanhã eu volto na mesma hora? – Estarei te esperando. Em casa eu minha mãe mais conhecida também como amiga, ficamos sentadas em frente à porta da minha casa conversando sobre Joseph – Como foi hoje filha? Ele está melhorando? Disse ela esperançosa. – Não sei dizer mãe, os médicos ainda não sabem o que ele tem, mas sinto-o diferente a cada dia que passa e estou gostando de conhecer ele. Digo suspirando. – Você está com um brilho novo no olhar, você está gostando dele Cecília? – Não mãe, eu só estou sendo amiga dele, que chato todo mundo já pensa isso, vou entrar estou com frio. E lá minha mãe permaneceu rindo terminando se tomar seu chá. Algumas semanas se passaram e Cecília continuava com a rotina de trabalhar e ir à casa de Joseph as tardes, até que um dia a caminho ela encontra um conhecido dele que a parou na rua.
– Oi senhorita, você deve ser a amiga de Joseph, todos os dias te vejo passando aqui na rua e indo para a casa dele, como ele está? Dizia ele a acompanhando ao longo do caminho.– E você não é o amigo dele? Porque você mesmo não vai visita-lo para saber? Continuei andando. – Nossa você é marrentinha mesmo em! Olha só queria falar que, saiba que mesmo que por seu próprio testemunho, ele se passe de covarde, na verdade ele leva as coisas para esse lado para não sofrer com isso, mas ele vai sacrificar-se e enfrentar a morte quase certa, para o bem dos amigos. Ele me disse uma vez se fosse para me salvar ele mesmo desistiria da sua vida para poupar a minha.
– E porque você está me falando isso?– Porque ele deve gostar mesmo de você, achei que você merecia saber e não interpreta-lo mal, mas o defeito dele é porque ele parece velho e ele é muito calmo.
– Obrigada. Disse sorrindo e continuei o caminho pensativa até chegar à casa de Joseph.
– Que bom! Pensei que era igual a mim um cara idiota e sem graça.
– Olha! você não é assim, só um pouco mimado, bom em fim. Bom, mas já que insiste eu vou dizer sobre mim. Meu pai abandou minha mãe a mim e meu irmão mais novo, e por isso eu trabalho desde mais nova, tenho que ajudar a minha mãe – dizia séria. – Eu amo minha família eles estão em primeiro lugar na minha vida, mas o meu irmão me tira da paciência porque ele por outro lado não se desacostumou com a vida que tínhamos, a casa maior e mesa de café da manhã farta todos os dias, ele mora lá, porém não nos ajuda nas despesas.
– Poxa que cara legal é o seu irmão e seu pai em. – Dizia com expressão indignado
– Me desculpa mesmo falar tudo isso com você. – Digo sem graça.
– Ei não precisa se desculpar eu queria saber mesmo sua história, você pode desabafar, e além do mais todos nós temos problemas, olha só para mim. E escuta você vai conseguir tudo que quiser você pode fazer o que quiser você é a pessoa mais forte que conheço linda e inteligente.
Enquanto eu disfarcei estar emocionada com o que tinha acabado de falar, troco de assunto para o clima ficar mais descontraído e pergunto – E você? Espera ter uma namorada algum dia? Do seu futuro? Porque eu tenho certeza que você vai se recuperar.
– Eu tinha esperança, mas depois ela começou a me machucar pois cada vez que não conseguia me recuperar meu coração se partia um pouco mais. Mas para te responder a verdade é que não penso muito nisso, talvez que ela não seja muito feia nem muito bonita sabe, ter dois filhos e ver eles se casarem e depois passar o resto da vida deitado jogando jogos, e morrer de velhice antes da minha esposa, é isso meu sonho.– Ual! isso é ótimo, mas você falando assim pareceu corrido. Você não pensa em mais alguma coisa? Até que olho para o meu pulso e vejo que estava tarde. Já tenho que ir. Amanhã eu volto na mesma hora? – Estarei te esperando. Em casa eu minha mãe mais conhecida também como amiga, ficamos sentadas em frente à porta da minha casa conversando sobre Joseph – Como foi hoje filha? Ele está melhorando? Disse ela esperançosa. – Não sei dizer mãe, os médicos ainda não sabem o que ele tem, mas sinto-o diferente a cada dia que passa e estou gostando de conhecer ele. Digo suspirando. – Você está com um brilho novo no olhar, você está gostando dele Cecília? – Não mãe, eu só estou sendo amiga dele, que chato todo mundo já pensa isso, vou entrar estou com frio. E lá minha mãe permaneceu rindo terminando se tomar seu chá. Algumas semanas se passaram e Cecília continuava com a rotina de trabalhar e ir à casa de Joseph as tardes, até que um dia a caminho ela encontra um conhecido dele que a parou na rua.
– Oi senhorita, você deve ser a amiga de Joseph, todos os dias te vejo passando aqui na rua e indo para a casa dele, como ele está? Dizia ele a acompanhando ao longo do caminho.– E você não é o amigo dele? Porque você mesmo não vai visita-lo para saber? Continuei andando. – Nossa você é marrentinha mesmo em! Olha só queria falar que, saiba que mesmo que por seu próprio testemunho, ele se passe de covarde, na verdade ele leva as coisas para esse lado para não sofrer com isso, mas ele vai sacrificar-se e enfrentar a morte quase certa, para o bem dos amigos. Ele me disse uma vez se fosse para me salvar ele mesmo desistiria da sua vida para poupar a minha.
– E porque você está me falando isso?– Porque ele deve gostar mesmo de você, achei que você merecia saber e não interpreta-lo mal, mas o defeito dele é porque ele parece velho e ele é muito calmo.
– Obrigada. Disse sorrindo e continuei o caminho pensativa até chegar à casa de Joseph.
Chegando a casa Joseph notou que ela estava um pouco quieta
– Eu só to com fome.
– É só isso? Tem que parar de me assustar desse jeito. Tive uma ideia vamos ficar aqui, pedir comidas e ficar vendo as fotos.
– Tudo bem eu topo.
Quando Cecília desce para pegar comida vê um homem misterioso na cozinha a qual nunca tinha visto na casa deles, então chega a perguntar se podia ajudá-la a levar as comidas para cima, e ele simplesmente continua de costa e vai para o jardim, achou estanho mas sobe assim mesmo sem a ajuda do tal senhor.
– Cheguei peguei alguns salgadinhos, onde está seu álbum de foto?
Ela foi buscar dentro da gaveta do lado da cama de Joseph e ali continuamos conversando e fui conhecendo a história de cada foto, até que um assunto veio à surgir.
– Sabe as vezes fico me questionando sobre o amor, ele existe mas será para mim? eu só tive um namorado, e eu não sei se ele é aquele que a gente escolhe, ou que sentimos algo, porque eu gostava muito dele mas não deu certo e agora eu esqueci o que ou sentia por ele, acho que não foi amor.
– Dizia inconformada.
– Ual me pegou de surpresa, bom eu nunca tive uma, mas eu penso que é aquela que você consegue imaginar o seu futuro junto, aquele que curte a companhia um do outro, igual estamos fazendo. Quer dizer eu aprendi que se você não tiver certeza de uma coisa é porque a resposta é certa, pois quando o amor chega não há dúvidas, as vezes conhecemos pessoas erradas e nos apaixonamos e pensamos que é amor mas não é. Fiquei realmente pensando no que ele tinha acabado de falar e fiquei impressionada com a resposta. – Eu sabia que você não era assim, por dentro você é sensivel e muito doce. – Não eu não sou, mas já que você me elogiou pela primeira vez. Ele tirou dois convites debaixo do travesseiro, – Temos que ir a um baile de época, vai ser uma festa de aniversário da minha prima, vem comigo?
– Convite aceito. Rapidamente aceito. De repente Joseph começa a reclamar
– O que está sentindo? Fala comigo! Dizia nervosa
– Calma, você está sentada em cima da minha perna.
– Me perdoa, – eu disse enquanto levanto assustada.
Ele começa a rir debochando de mim – Você precisava ver o seu rosto como ficou. Começo a rir junto com ele dando leves tapas em seu braço depois que o susto passou. – Relaxa quando você está aqui não dói. Acabamos de rir e ficamos nos olhando por um tempo, e um clima diferente ficou no ar, tinha sensação de que tinha novos sentimentos nascendo, quando pensei que não podia sentir nada novo, vem ele aparecendo em minha vida. Ele se vira para mim com uma rosto alegre. – Eu não sabia que a melhor coisa séria te conhecer, todos os dias enquanto você não chega eu meio que fecho os olhos só imaginando seu sorriso, você é alguém melhor do que já imaginei, tenho sorte por te te conhecido. Nesse momento fico com o rosto ruborizado e com calma me aproximo e o nossos lábios se encostaram paro olho para ele, e em seguida ele volta a beijar com mais intensidade.– Nossa! seu beijo é tão... Dizia parecendo anestesiado e com olhos ainda fechados. Eu falo bem baixinho me despedindo – A gente se vê na festa tchau, e lhe dou um beijo no rosto. Chego em casa suspirando de alegria depois de um dia maravilhoso com Joseph, mas essa alegria dura por pouco tempo até saber que Júnior tinha se vingado de mim e pego todo o dinheiro que eu tinha juntando com tanto sacrifício – Quem manda ser grosseira comigo, eu não vou ajudar vocês em nada, não é minha obrigação. As lágrimas caiam do meu rosto, mas isso não fez com que meu irmão se arrependesse, até que meu caro pai decide aparecer saindo da sala com minha mãe indignado com que Júnior tinha feito – Sua irmã ela merece desculpas Júnior.– Quem é o senhor para me dizer o que eu faço? Nos abandonou e só voltou agora. E sai porta a fora. Olho para o meu pai e minha mãe, e em seguida minha mãe fica preocupada e vamos sentar na sala para conversar, quando ela se acalmou eu me segurei para não falar umas verdade para ele para evitar desgosto a minha mãe, e então meu pai me diz que tinha conseguido um emprego em uma casa, e logo lembro do senhor que tinha visto na casa de Joseph e que me lembrava ele, ele confirma minha intuição e digo que sou amiga dos donos.
– É só isso? Tem que parar de me assustar desse jeito. Tive uma ideia vamos ficar aqui, pedir comidas e ficar vendo as fotos.
– Tudo bem eu topo.
Quando Cecília desce para pegar comida vê um homem misterioso na cozinha a qual nunca tinha visto na casa deles, então chega a perguntar se podia ajudá-la a levar as comidas para cima, e ele simplesmente continua de costa e vai para o jardim, achou estanho mas sobe assim mesmo sem a ajuda do tal senhor.
– Cheguei peguei alguns salgadinhos, onde está seu álbum de foto?
Ela foi buscar dentro da gaveta do lado da cama de Joseph e ali continuamos conversando e fui conhecendo a história de cada foto, até que um assunto veio à surgir.
– Sabe as vezes fico me questionando sobre o amor, ele existe mas será para mim? eu só tive um namorado, e eu não sei se ele é aquele que a gente escolhe, ou que sentimos algo, porque eu gostava muito dele mas não deu certo e agora eu esqueci o que ou sentia por ele, acho que não foi amor.
– Dizia inconformada.
– Ual me pegou de surpresa, bom eu nunca tive uma, mas eu penso que é aquela que você consegue imaginar o seu futuro junto, aquele que curte a companhia um do outro, igual estamos fazendo. Quer dizer eu aprendi que se você não tiver certeza de uma coisa é porque a resposta é certa, pois quando o amor chega não há dúvidas, as vezes conhecemos pessoas erradas e nos apaixonamos e pensamos que é amor mas não é. Fiquei realmente pensando no que ele tinha acabado de falar e fiquei impressionada com a resposta. – Eu sabia que você não era assim, por dentro você é sensivel e muito doce. – Não eu não sou, mas já que você me elogiou pela primeira vez. Ele tirou dois convites debaixo do travesseiro, – Temos que ir a um baile de época, vai ser uma festa de aniversário da minha prima, vem comigo?
– Convite aceito. Rapidamente aceito. De repente Joseph começa a reclamar
– O que está sentindo? Fala comigo! Dizia nervosa
– Calma, você está sentada em cima da minha perna.
– Me perdoa, – eu disse enquanto levanto assustada.
Ele começa a rir debochando de mim – Você precisava ver o seu rosto como ficou. Começo a rir junto com ele dando leves tapas em seu braço depois que o susto passou. – Relaxa quando você está aqui não dói. Acabamos de rir e ficamos nos olhando por um tempo, e um clima diferente ficou no ar, tinha sensação de que tinha novos sentimentos nascendo, quando pensei que não podia sentir nada novo, vem ele aparecendo em minha vida. Ele se vira para mim com uma rosto alegre. – Eu não sabia que a melhor coisa séria te conhecer, todos os dias enquanto você não chega eu meio que fecho os olhos só imaginando seu sorriso, você é alguém melhor do que já imaginei, tenho sorte por te te conhecido. Nesse momento fico com o rosto ruborizado e com calma me aproximo e o nossos lábios se encostaram paro olho para ele, e em seguida ele volta a beijar com mais intensidade.– Nossa! seu beijo é tão... Dizia parecendo anestesiado e com olhos ainda fechados. Eu falo bem baixinho me despedindo – A gente se vê na festa tchau, e lhe dou um beijo no rosto. Chego em casa suspirando de alegria depois de um dia maravilhoso com Joseph, mas essa alegria dura por pouco tempo até saber que Júnior tinha se vingado de mim e pego todo o dinheiro que eu tinha juntando com tanto sacrifício – Quem manda ser grosseira comigo, eu não vou ajudar vocês em nada, não é minha obrigação. As lágrimas caiam do meu rosto, mas isso não fez com que meu irmão se arrependesse, até que meu caro pai decide aparecer saindo da sala com minha mãe indignado com que Júnior tinha feito – Sua irmã ela merece desculpas Júnior.– Quem é o senhor para me dizer o que eu faço? Nos abandonou e só voltou agora. E sai porta a fora. Olho para o meu pai e minha mãe, e em seguida minha mãe fica preocupada e vamos sentar na sala para conversar, quando ela se acalmou eu me segurei para não falar umas verdade para ele para evitar desgosto a minha mãe, e então meu pai me diz que tinha conseguido um emprego em uma casa, e logo lembro do senhor que tinha visto na casa de Joseph e que me lembrava ele, ele confirma minha intuição e digo que sou amiga dos donos.
No dia da grande festa comecei a me arrumar
bem cedo, arrumo o cabelo, faço unha e tudo mais, porém quando olho em meu guarda-roupa
vejo que só tinha aquele mesmo vestido de sempre e se não fosse muito ainda
estava com bolinhas, nesse mesmo momento pensei em desistir de ir à festa.
Minha mãe vem até mim me dando uma caixa dizendo que tinham entregue agora na
porta, minha mãe insiste para eu abrir, e quando abro vejo que era um vestido
lindo verde com muito cintilância, sorri opois sabia que era um presente de
Joseph, seguro ela em minhas mãos e o visto em seguida. Ainda um carro tinha
ido me buscar para o baile, essa noite só estava começando e já me sentia uma
princesa. Lá nos encontramos
– Nossa! Você está linda!
– Obrigada e você também.
– Se eu soubesse que dava tanto trabalho ter uma pessoa linda do meu lado.
– Nossa! Você está linda!
– Obrigada e você também.
– Se eu soubesse que dava tanto trabalho ter uma pessoa linda do meu lado.
Eu agradeço e le ajeita a gravata. Ali dançamos a noite inteira juntos, foi
perfeito e no meio da dança nos conversamos e nos divertíamos. – Pensei que isso só acontecia em novelas.– Não é
só em novelas, isso pode ser real, eu e você aqui. Quando voltamos para casa, ele me leva e desce
do carro para me levar até a porta. –
Está entregue. Ele a olha com carinho.
Mas calma antes quero te entregar uma
coisa. Ele tira de traz dele um lindo globo de neve na qual tanto gostava,
emocionada abraço ele. Repentinamente vejo do outro lado da rua um garoto que tinha
acabado de cair no chão reconheço que era o Júnior, esquecendo todas as mágoas segui com Joseph até o local, eu o segurava de um lado e Joseph do outro, ele se atirou no chão segurando com força o braço de Júnior, até pedir que ele segurasse em minha mão e assim levamos até em casa. Esqueço a zanga que tinha, Joseph foi um cavalheiro completo nos ajudou em
tudo, no final da noite acompanhei até ao portão e agradeci por tudo, mas fiquei preocupada pelo esforço que Joseph tinha feito.
– Você está bem? Parece um pouco pálido. De repente ele olha para mim triste – Estou bem Cecília não fique com pena de mim. se despede dando um beijo na mão e vai embora cabisbaixo. Sento na varanda e ponho minhas mãos no rosto respirando fundo por essa dia agitado. Quando finalmente coloco minha cabeça no travesseiro penso em tudo inclusive no maravilhoso baile, acho que por isso nunca encontrei o amor, pois ele estava ali todo tempo na casa dele sem poder sair. No dia seguinte fui à casa dele e sua mãe me diz que seu estado tinha voltado como antes sentindo dores e não conseguia sair da cama, e mesmo antes dela acabar de falar eu subi correndo para ver-lo, quando entro em seu quarto tenho uma leve sensação de que eu era a última pessoa quem ele queria ver, me aproximo dele para conversar, – Oi Joseph! Digo receosa. Não quero que se sinta mal Joseph... Sabe antes de te conhecer eu estava andando na escuridão sem motivos para sorrir, até que você com o seu sorriso me deu motivo, no dia ele iluminou minha vida.– Você não tem culpa de e ser assim, você merece algo melhor, você é tão cheia de sonhos e vontades eu não posso te acompanhar, sabe eu penso que se eu pudesse te beijaria o dia inteiro, mas minha condições não permite. – Não fala isso meu amor. Digo em meias lágrimas. Ele logo tenta se levantar da cama para consolar, mas volta a deitar por não conseguir. –Não pense que só porque você é a única que vem aqui é que eu gosto de você, entendeu?– Eu sei disso, e ali abracei rapidamente ele. O tempo passou e sem percebermos já estávamos namorando. Não era um sacrifício ficar ali com ele pois eu o amava. Aquela tinha sido a primeira vez vendo meu irmão bêbado e talvez a primeira que ele tinha bebido, eu o perdoei e depois daquele acidente, ele tinha arranjado uma cicatriz na cabeça e juízo também, Júnior passou a trabalhar e sair das coisas que estava envolvido, tinha sido uma fase ruim para ele, mas acreditei na mudança. Os problemas continuaram mas com Joseph do meu lado tudo era mais fácil, e meu pai por outro lado acho que aprendeu a lição dele na vida continuou trabalhando para os pais de Joseph e ele passou a nos visitar e nos ajudar com uma parte e aquela sensação de apego voltou, a verdade é que nunca deixei de ama-lo.
– Você está bem? Parece um pouco pálido. De repente ele olha para mim triste – Estou bem Cecília não fique com pena de mim. se despede dando um beijo na mão e vai embora cabisbaixo. Sento na varanda e ponho minhas mãos no rosto respirando fundo por essa dia agitado. Quando finalmente coloco minha cabeça no travesseiro penso em tudo inclusive no maravilhoso baile, acho que por isso nunca encontrei o amor, pois ele estava ali todo tempo na casa dele sem poder sair. No dia seguinte fui à casa dele e sua mãe me diz que seu estado tinha voltado como antes sentindo dores e não conseguia sair da cama, e mesmo antes dela acabar de falar eu subi correndo para ver-lo, quando entro em seu quarto tenho uma leve sensação de que eu era a última pessoa quem ele queria ver, me aproximo dele para conversar, – Oi Joseph! Digo receosa. Não quero que se sinta mal Joseph... Sabe antes de te conhecer eu estava andando na escuridão sem motivos para sorrir, até que você com o seu sorriso me deu motivo, no dia ele iluminou minha vida.– Você não tem culpa de e ser assim, você merece algo melhor, você é tão cheia de sonhos e vontades eu não posso te acompanhar, sabe eu penso que se eu pudesse te beijaria o dia inteiro, mas minha condições não permite. – Não fala isso meu amor. Digo em meias lágrimas. Ele logo tenta se levantar da cama para consolar, mas volta a deitar por não conseguir. –Não pense que só porque você é a única que vem aqui é que eu gosto de você, entendeu?– Eu sei disso, e ali abracei rapidamente ele. O tempo passou e sem percebermos já estávamos namorando. Não era um sacrifício ficar ali com ele pois eu o amava. Aquela tinha sido a primeira vez vendo meu irmão bêbado e talvez a primeira que ele tinha bebido, eu o perdoei e depois daquele acidente, ele tinha arranjado uma cicatriz na cabeça e juízo também, Júnior passou a trabalhar e sair das coisas que estava envolvido, tinha sido uma fase ruim para ele, mas acreditei na mudança. Os problemas continuaram mas com Joseph do meu lado tudo era mais fácil, e meu pai por outro lado acho que aprendeu a lição dele na vida continuou trabalhando para os pais de Joseph e ele passou a nos visitar e nos ajudar com uma parte e aquela sensação de apego voltou, a verdade é que nunca deixei de ama-lo.
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