Eu me
lembro do meu primeiro pensamento, foi de surpresa, via pessoas rindo comendo salgados
e sentia um cheiro de cimento do qual eu gosto e tijolo, dentre os que mais
gosto como os de chuva molhada. Era a primeira semana dos primeiros dias de
aula na faculdade em que eu estudava licenciatura. Tinha uma pessoa da qual eu
não sabia como iria reagir quando encontrasse, só sei que não sentia mais algo
por ele, mas ainda sim lembrei que ele estudava no mesmo lugar que eu. Era uma
terça feira dia da aula das 16:h. Eu estava junto com a minha amiga esperando
do lado de fora a outra aula acabar para entrarmos. De costume esperávamos a aula
na porta, agora ajeitando meu cabelo preso e meio desarrumado por estar cansada
já da última aula. Um colega nosso de outro curso queria nos apresentar alguém
para minha amiga e eu. Eu não queria conhecer ninguém. Eu estava despreocupada,
mas ainda sim me incomodou um tiquinho o fato do meu cabelo esta desarrumado,
mas ao mesmo tempo não estava mais ligando tanto para essas coisas, afinal. Ele
nos apresentou, assim que o amigo dele saio da sala ao lado de onde estávamos.
Ele foi tão antipático. Disse “oi gente” acenou com o braço e saio andando, sem
nem ao menos olhar para o nosso rosto. Fiquei sem reação e com uma expressão de
desentendimento, nem ao menos apertou a nossa mão, quando eu iria abrir a boca
nem saiu sons.
Depois disso soubemos que não iriamos ter aula, fomos para o outro lado da
faculdade falar sobre o acontecimento de hoje, eu e minha amiga ficamos
revoltadas, só que mais da parte dela, porque fingi ficar revoltada de
brincadeira, pois nem estava com cabeça para isso, mas de fato eu disse claramente
não tinha gostado dele, mas nos perguntando porque o nosso colega queria
apresentar alguém assim e para que? Concordarmos em chama-lo de mal-educado.
No
dia seguinte encontro um menino que eu conhecia no corredor. Não seria difícil
já que ele era do mesmo curso que o meu. Uma parte de mim queria encontra-lo
para ver como eu me sentia e também mostrar de alguma forma o que ele tinha perdido.
Ele foi um menino que eu sai apenas uma vez e com ele eu também tive o meu
primeiro encontro, mas que me prometeu algodão doces, magia e purpurina, mas
que depois de semanas ele ficou estranho e não queria me dizer o porquê.
Final
de semana chega e eu sair com a minha amiga para ir ao playtory minha amiga
avista ele com uma menina, achamos estranho, mas pensamos ser uma prima, uma
amiga. Quando chego em casa pergunto para ele quem era e ele me diz que era sua
namorada. Ora, depois de algumas semanas depois de sair comigo ele já estava
namorando? depois de dizer que estava apaixonado por mim. Ele me contou que uma
menina do passado tinha aparecido dizendo pra ele que não era apenas amizade
que ela sentia por ele e sendo ela alguém de quem ele gostava a muito tempo.
Ele ficou em dúvida e eu facilitei as coisas, decidi eu mesma sair disso, mas
no fundo ainda tive esperanças dele perceber que estava confuso e que gostava
de mim, talvez só quisesse ter tido a consideração dele ter me contado.
Bom
passou-se um tempo e ele veio se desculpas e na verdade ele tinha terminado com
a namorada. Confuso, complicado, mas foi essa a história triste que me magoou,
mas que depois passou. Eu pensei que ele seria a última pessoa que eu iria
conhecer antes de encontrar o meu amor , mas não foi, porém penso estar cada
vez mais perto. Ao mesmo só não queria conhecer mais ninguém
Depois
de um semestre cansativo como sempre, consegui lidar com isso bem e quase não o
encontrava pelos corredores da faculdade. Finalmente chegaram as férias,
finalmente!!!
Mas no meio das férias sempre tem aquele momento que o tédio chega e nisso não
tinha ideia mais do que inventar para fazer, até tinha, mas não tinha vontade
de nada.
Minha amiga e eu nos falávamos frequentemente pelo telefone, todos os dias ela
me ligava e eu para ela, só que mais ela para mim, pois eu mandava mais
mensagens escrita. Sempre desabafamos uma com a outra, sobre tudo na vida
inclusive sobre as questões amorosas e pela primeira vez cheguei a dizer que
não acreditava mais no amor. Não acreditava mais nos homens. Misturando isso com
o tédio a situação só piorava. Minha amiga por sua vez e por nunca ter me visto
assim, não queria me ver triste. Ela por melhores das intenções disse que
queria me apresentar alguém, que na verdade essa pessoa tinha puxado assunto
com ela. Eu logo recusei por achar que ele estivesse interessado nela. Minha
amiga nunca foi de me apresentar ninguém e eu sempre gostei de alguém que conhecia
sozinha, mas ela parecia realmente querer me animar, então eu fiz uma aposta de
quem em troca eu também apresentaria alguém para ela.
Depois de alguns dias, por telefonema eu fiquei curiosa acabei perguntando
quando ela iria apresentar a tal pessoa. Ela me disse que ele era aquele garoto
que o nosso colega nos apresentou. Eu não lembrava muito bem dele, mas lembrava
da situação. Ela disse que ele era um bom garoto e queria me apresentar, pois
lembrava o meu jeito de ser, de falar. Aquilo me convenceu um pouco. Passou-se
uns dias ela finalmente me adicionou em um grupo com nós três e me apresentou a
ele, mas ainda sim disse só um “oi” em forma de figurinha de um anime e ai eu
tentei interagir, mesmo ele não me dando muito atenção pra mim, mesmo eu sem vontade,
sem mais forças e coração. Fizemos uma call os três jogamos um jogo de adedonha
online. Quando iniciou a ligação, eu mal falava só escutava eles conversarem,
implicâncias e brincadeiras. Começamos a jogar, mas por minha internet ser
ruim, sempre caia a ligação e eles acabavam ficando somente os dois na ligação.
Então minha amiga me retornava e eu voltava, depois caia de novo.
– Minha
internet toda hora ta caindo
– As
vezes é o roteador. Dizia ele.
– O
roteador é novo. -Digo rindo. - Acho que não vou poder jogar mais, gente- Eu
dizia isso já querendo sair da ligação.
Quando finalmente desligo a minha amiga me pergunta o
que eu tinha achado dele.
– Olha
amiga a voz dele?
– Ah,
não achei nada demais. –Dizia desanimada – Mas ele parece ser legal. Porque
você não dá uma chance?
– Hum
porque você não tenta? Perguntava ela pra mim.
– Vou
desligar já. Beijos.
Passou
alguns dias e a minha amiga parou de insistir na ideia minha com ele. Então eu
perguntei se eu poderia adicionar ele na rede social e ai ela deu todo o apoio.
Apesar de tudo achei ele legal e quem sabe ter um novo amigo. Ele me aceitou no
mesmo dia e começou a me seguir em uma outra rede social no mesmo dia. Aquilo
me animou além de ter achado uma atitude que contribuiu. Eu pensava “acho que
finalmente ele percebeu o que a minha amiga estava tentando fazer”. Além, de
ficar feliz pela minha amiga estar feliz por mim. Eu queria que ela me visse
mais animada. Um dia tomo a iniciativa de comentar e chamar ele. Minha amiga
mais um vez me dá o apoio e claro falando de mim para ele de forma sutil.
Ali começamos a conversar ele e eu. Ele dormia cedo e eu realmente não
acreditei nisso, mas já estava já sobre o aviso da minha amiga de que ele
dormia cedo, mas de algum forma aquilo se tornou um desafio para mim, que se
caso ele conseguisse dormir tarde falando comigo isso significaria que eu era
importante de alguma forma para ele. Bom como esperado ele se despediu de mim
com um boa noite. No dia seguinte eu não queria falar com ninguém, não fazia
questão e já não esperava que realmente ele iria falar comigo. Até que recebo
um bom dia. Mandei para a minha amiga o print e ela ficou implicando com a
gente, mas não queria transformar aquilo em nada, era só amizade e, não eu não
estava me fazendo de difícil. No final da noite a minha amiga me liga e sem ela
perguntar eu disse que estava falando com ele o dia todo, conversas meio
malucas e áudios e eu sendo maluca também, nos damos bem de forma rápida. Nesse
momento eu percebo como isso tinha acontecido? eu não queria conversar com ele,
mas conversei o dia todo. Achava que ele não continuava as coisas que eu falava
e mudava de assunto, achei sem assunto a princípio.
Deixei para lá e não nos falando mais, mas mais uma vez com a ajudinha da minha
amiga ela faz uma ligação pra nos três e ai conversamos como os três
mosqueteiros, nos tornamos o trio de amigos. Até eu ele sozinhos começamos a nos
aproximarmos cada vez mais e mais. Meu número ele já sabia e quando ele
desligou do telefonema ele me mandou uma foto do pé dele com quatro meias por
conta do frio, mas até ai ele tinha mandado para a minha amiga também. Em
seguida ele mandou foto de uma piada da qual eu não tinha entendido, mas ao
mesmo tempo rir. Ele me explicou. Depois
levou algum tempo para que nos falássemos de novo.
Era
o dia das mães e ele tinha me mandado feliz dia das mães, lembro até hoje dessa nostalgia. Logo fui perguntar a
minha amiga se ela tinha pedido para ele falar comigo, mas não, ele apenas
falou comigo por livre e espontânea vontade. As coisas estavam indo bem, eu
gostava da companhia dele, ele parecia gastar da minha, mas não tinha
sentimentos e já previa que quando eu tivesse ai que as coisas dariam erradas e
iriam ficar complicadas. Minha amiga vendo que eu estava começando a ficar
encantada foi averiguar mais sobre ele. Ele tinha passado por um relacionamento
duradouro na adolescência e só veio a desmanchar quando estava na faculdade,
uau!. Por isso dele ter nos cumprimentado daquela forma fria quando foi
apresentado pra nós, pois ele também não queria conhecer ninguém, mesmo não
precisando nos tratar daquela forma. Nisso ela pediu para eu ficar atenta, mas acho
que já era tarde.
Fomos
a um Karauke os três juntos e cantei “Speding my time da Roxette” e na parte
que cantava:
“I thank the lord above
That you're not there to see me”
Olhei pra ele e lá estava ele com os olhos grudados em mim.
Minha amiga perguntou o que ele tinha achado e ele disse perto de mim e parece
testar a reação dele.
– Linda, linda demais a voz!
Nos
olhamos bem um nos olhos um do outro e parecia uma luz me acendia toda vez que
falava com ele, ou falava sobre ele. Quando vi que ele estava no palco não
tirei os olhos dele, Ah, aqueles olhos indescritíveis. Me perguntava se ele
tinha vindo mesmo só me assistir? E lá no palco ele cantava uma música da qual
não conhecia, mas ele fazia palhaçadas desafiando. Por outro lado ele cozinhava
e se amostrava por isso, mas quando ele foi me mostrar a torta de limão, ele
ficou nervoso por isso, pela minha aprovação. Percebi que ele falava a palavra
cinema sem pretensões de só levar. Ele pediu pra eu ficar tranquila que nos
instante que que virasse a cabeça e ele não iria tentar algo. Cada vez mais
gostava das nossas conversas, cada vez mais gostava da sua voz, cada conversa e
desabafávamos e falávamos de como estava sendo nossas vidas maiores de idades e
morando na casa de nossos pais.
Eu
tinha mania de cheirar meu cabelo e colocar no nariz como se fosse um bigode,
até que um dia ele me viu assim. Imediatamente tirei e ele começou a rir, mas
ele chegou e botou novamente a mecha de cabelo no meu nariz e aquilo me fez sorrir por uma semana.
Mensagens chegavam do tipo “Eu lembro do meu primeiro pensamento foi vc” e
eu corar, foram surgindo e ficaram recorrentes e reciprocas.
Até que paramos de nos falar. Eu disse que eu não conseguia ser apenas uma
amiga e chamei ele de idiota e mais eu disse para ele nunca mais falar comigo.
Só que isso durou um mês, parece pouco, mas foi muito.
Ele
disse que sentiu a minha falta e chorou em uma ligação. Sabendo disso ela viu
que eu também queria falar com ele e fez a gente voltar a se falar nessa
ligação que ele me fez. Voltamos a amizade e sei que ele pularia na piscina por
mim, por que eu não sei nadar. Ele me salvaria e me protegeria com tudo que
pudesse, isso eu sei.
Acordei
com um aperto no peito fui tomada por essa dor, que na verdade já vinha me
incomodando a dias pedi para a minha mãe me levar para o médico porque eu
estava sentindo uma dor no coração. Fui ao médico e ele disse que eu não tinha
nada, então porque aquela dor persistia, até que o cardiologista me perguntou,
na cara dura, se eu estava apaixonada e foi ai que a minha mãe descobriu. Eu me
sinto uma adolescente por estar sentindo isso pela primeira vez.
Dançamos
na festa junina juntos. Tarde e noite inesquecível, dançamos e rimos, comemos e
nos apaixonamos cada vez mais. Dançamos tanto naquela noite de festa junina.
Sim ele ficou até de madrugada conversando comigo por mensagem. Yes!!!
consegui!
Dissemos eu te amo sem querer pela primeira vez. Parece que saiu sozinho e eu
disse que amava falar com ele. Em uma conversa ele disse que amava essa pessoa
de quem eu era.
Quando nos despedimos acidentalmente demos um beijo inesperado, éramos amigos,
tão inesperado, mas foi tão natural, mas eu gostei. Acanhados viramos os
rostos. Não sei dar nome ao que estou sentindo. Esse sentimento é terra
estranha em que eu nunca pisei, em que nunca estive.
Em mensagem conversávamos coisa como:
– Não confio em pessoas que preferem a “Rachel e Ross” como casal favorito.
Nossos flertes eram diferentes. Ele nunca foi do tipo de pessoa que eu iria gostar
antes, mas conforme mais fui o conhecendo mais me apeguei a ele e no seu
jeitinho maluquinho, carinhoso e cuidadoso comigo. Alguém fã de Leonado de Caprio e que tinha zelo por mim.
As
coisas foram acontecendo e eu tinha certeza que algo mudou dentro de mim, eu
não sei o que é amar, mas tava aprendendo com ele, nunca disse essas palavras
antes, mas com ele tenho vontade de falar “Eu te amo”. Eu finalmente percebi
que sentia algo especial, mas de fato comecei a gostar dele agora. Pulei nos
seus braços pendurada nele alegre em ve-lo, fomos a praia em que uma farpa
entrou no meu pé e ele tirou, teve dias de cólicas, cabelos despenteados, suor,
cecê dele, dias de surtos entre muitas outras coisas. Fizemos um dia de spar
juntos de máscara verde de limpeza de pele e tudo.
Ufa!
Quatro anos se passou nos casamos. Que loucura, deixar o meu quarto, a minha família
em direção a algo completamente novo, mas com ele eu não tinha medo, com ele eu
conseguia pensar no futuro, talvez pela minha idade, mas com ele conseguia me
imaginar assim.
Casei com o vestido dos meus sonhos e com a pessoa dos meus sonhos.
Lua de mel, uma viagem. Antes de mais nada, fizemos a cama de trampolim. Admiro
ele cada vez mais.
Dias que ele chegava em casa com buque de flores e eu esperava ele com uma
camisola diferente. Já que eu chegaria antes em casa, eu tinha passado em um
loja e tive uma ideia.
Dias que ele só trouxe uma flor e dias que eu esperava ele de pijamas confortáveis
com estampa de animais fofinhos, mas que mesmo assim me parecia atrair ele.
Tinha impressão que ele achava que eu era perfeita mesmo nos meus dias mais estranhos.
Dias de cafune e televisão tomando chocolate quente na sala assistindo animes,
terror etc. Dia de uma noite perfeita em casa com chá gelado, besteiras, manta, dia chuvoso e de frio.
Dias do montador, encanador flagrar os dois no quarto.
Era muita paixão.
Dias de comermos sushi fora da validade e termos dor de barriga juntos.
Dia de comprar um filhote de cachorrinho.
Dia que pela manhã antes dele trabalhar beijava minha barriga já dando uma dica
do que ele queria e ali ficamos nos amando antes dele ir trabalhar. Parecia que
só bastava ele me tocar e nos apaixonávamos todos dos dias mais uma vez.
Dia de ciúmes fofos.
Dia de cozinharmos juntos e de te lambuzar de doce. De me abraçar pelas costas. De me cortar com a faca e você beijar para curar. de te encher de beijinhos.
De dançarmos juntos em frente a janela.
Dias de pensarmos em nós dois velhinhos
Mas nem sempre são momentos felizes,
como dizem que nem sempre de flores será a vida.
Também teve dias de
espinhos.
E chegou o dia que estávamos discutindo e choramos.
Dia de brigar e não conseguirmos nos comunicar.
O dia que o filhote ficou doente e acordamos pela madrugada para levar para
clínica no dia 1 de Janeiro.
O dia que meu pai ficou doente.
O dia que sua vó estava bem velhinha e se foi.
Os dias de vídeo game e aposta de quem perdesse iria lavar a louça. Dessa vez você não me deixou ganhar e realmente tive que ir lavar.
Dias tensos, Dias intensos. Dias de preguiça e desanimo.
Dia que chorei sozinha.
Dia de ansiedade.
Assim como com os nossos pais cada um teve seu momento de conflito, agora como casadas
e que se amam, nos tínhamos conflitos e as vezes não concordávamos, mas assim
como respeitamos nossos pais, é assim também no nosso casamento. Não podemos
pensar que ao casarmos tudo vai ser perfeito e que nunca terá momentos difíceis. A vida continua e não é nada fácil.
Dias que acudir ele com o rosto dele dentro do vaso, batendo nas costas de leve
e depois eu ficar enjoada junto. De eu ter ânsia e não conseguir e ele pegar meus
cabelo e segurar.
Teve dia de saudade. Dia de dúvidas. Dia de contas pra pagar. Dias de
dificuldades.
A beleza da vida mora ai...Que acontece em dias comuns.
Desde
o momento que eu soube que ele era tão doce, amável carinhoso, que gostava do
carinho da amizade dele, mas eu não esperava sentir o que sinto hoje por ele,
ele sabendo disso foi muito mais sensato e me viu como alguém valiosa. Ele via um
futuro melhor pra nós dois assim. De fato gostou da minha amizade, mas
sentia também que não era só isso.
Eu orava e continuávamos a amizade o que nos fazia bem, mas não sabia até por
quanto tempo. Ele dizia gostar de mim, ter zelo por mim, e quem ele protegia,
mas não admitia o sentimento.
Isso foi
um sonho meu. Guardei essa espera por ele e a sensação daquela lembrança. Tudo que eu senti e não aconteceu.
Nós
continuamos a conversar e ele começou a namorar alguém de repente. Isso se
repetiu depois de anos com outra pessoa que eu gostei e depois com outra pessoa. Soube que eles terminaram e nunca mais nos falamos, até que soube que ele começou a namorar de novo outra pessoa. Pessoas confusas machucam outras.
Sou sempre o aprendizado de alguém, mas nunca o destino, é eu sei como é. Talvez esse tipo de amor
pleno e raro que sonho esteja em falta ou me esperando na virada da próxima esquina finalmente pra mim e quem sabe viverei tudo isso.