Certo dia estava eu indo no lugar onde já tinha morado visitar o meu avó. Depois de passar a tarde toda, no final dela fui embora para casa. Ainda estando nesse lugar continuei andando pelo caminho para chegar ao ponto de ônibus, mas de repente eu não
lembrava o caminho direito, então peguei um caminho equivocado. Nesse lugar comecei
a perceber que as coisas não estava no lugar como antes e já estava anoitecendo, viro uma
esquina e me perco ainda mais, até que começo a me desesperar quando ouço sons de tiros vindo das laterais da rua, rapidamente me abaixo e fico ali parada escondida atrás de um muro de concreto e uns carros ao lado. Vejo dois menino vindo de longe em minha direção, ainda escondida observo eles passarem por mim e reconheço, era Tarço, o menino de quem eu gostava, ele estava vindo junto com seu amigo chamado Igor levando uma sacola e hambúrguer na mão, eu fiquei surpresa e não sabia onde esconder a minha cara. Eu sabia que ele
morava ali próximo, mas ver ele me trouxe um alivio de ver alguém conhecido, mas nunca sonhei que eu iria me perder justamente perto de onde ele morava. Apesar de tudo a gente se falava então ele me reconheceu mesmo na escuridão da noite. O rosto de tarço tinha uma expressão de um certo estranhamento, talvez por me ver na área dele e escondida atrás de um muro, porém ainda sim me cumprimentou e foi extremamente simpático.
– Francisca? Oi, ta tudo bem? O que faz por aqui?
– Tarço? Eu to perdida, a agora acabei de ouvir tiros
Amigo: Pode crer cara, também ouvir é melhor irmos para casa
– Francisca, vem para minha casa até as coisas acalmarem acho melhor, tudo bem?
– Sim pode ser. Dizia ainda com medo
Caminhamos até a casa dele que ficava não muito longe de onde eu estava abaixada. Chegando na casa de Tarço, ele abre o portão grande verde de ferro. Entro em um quintal e ouço um cachorro latindo, na verdade era uma cadela, ele tenta fazer ela se acalmar, mas não estava brava só estranhando um pouco, mesmo assim fico com um pouco de medo e acabo segurando em seu braço, ele super gentil abaixa para segurar a cadela e acalma-la. Eu solto o braço dele, mas ele rir do meu medo e atencioso diz que ela não mordia, mesmo sendo muito clichê essa frase. Bom entramos em sua casa e a mãe dele estava cozinhando uma janta que tinha um cheiro muito agradável.
– Mãe, essa é a minha amiga o nome dela é Francisca.
– Sim pode ser. Dizia ainda com medo
Caminhamos até a casa dele que ficava não muito longe de onde eu estava abaixada. Chegando na casa de Tarço, ele abre o portão grande verde de ferro. Entro em um quintal e ouço um cachorro latindo, na verdade era uma cadela, ele tenta fazer ela se acalmar, mas não estava brava só estranhando um pouco, mesmo assim fico com um pouco de medo e acabo segurando em seu braço, ele super gentil abaixa para segurar a cadela e acalma-la. Eu solto o braço dele, mas ele rir do meu medo e atencioso diz que ela não mordia, mesmo sendo muito clichê essa frase. Bom entramos em sua casa e a mãe dele estava cozinhando uma janta que tinha um cheiro muito agradável.
– Mãe, essa é a minha amiga o nome dela é Francisca.
– Oii Francisca, tudo bem? Dizia muito querida e receptiva.
– Muito prazer em conhece-la. Naquela hora me senti sendo
apresentada como namorada dele
– Ela se perdeu vindo da casa do avô, aí ouvimos alguns
tiros na rua, então achei melhor trazer ela pra cá. Ela pode ficar aqui até os
tiros pararem? eu levo ela até o ponto de ônibus depois
– Nada disso Tarço, você ta maluco garoto? Ta muito tarde
já para vocês dois irem lá fora. Meu amor você pode passar a noite aqui se
quiser, acho até melhor, avisa seus pais aqui tá muito perigoso.
– Imagina eu não quero incomodar, eu acho que posso esperar tudo se acalmar ai
eu peço para meu pai me buscar aqui.
Eu olho para Tarço e ele olha pra mim.
Eu olho para Tarço e ele olha pra mim.
– Eu sei minha querida, mas vai ficar perigoso para o seu
pai também.
– Eu acho melhor Fran, não fica com vergonha não, fica aqui com
a gente essa noite só, vai ficar realmente perigoso pra vocês. Dizia Tarço
– Tudo bem se não for atrapalhar muito eu aceito. Vou ligar para
meus pais então.
– Vem, vamos para a sala sentar. Disse Tarço
– Calma Tarço, deixa ela ligar primeiro para os pais dela garoto. Se quiser passa pra mim falar com eles amada!
– Vem, vamos para a sala sentar. Disse Tarço
– Calma Tarço, deixa ela ligar primeiro para os pais dela garoto. Se quiser passa pra mim falar com eles amada!
Seu irmão mais novo aparece, já sabia o nome era Filipino
– Anda, diz olá para a Francisca – Falava Tarço com voz de implicância.
– Filipino: Oi?
– fala direito cara.
Filipino: Você é muito bonita sabia disso?!
– fala direito cara.
Filipino: Você é muito bonita sabia disso?!
Nessa hora Tarço olha pra mim, parecendo concordar.
– Oii Filinto! Muito obrigada. Dizia sorrindo envergonhada.
Você também é muito bonito!
– Que menino galanteador, deve ter puxado ao irmão. Dizia Tarço
Nessa hora olho pra ele e nem sorriso saiu.
– Você parece implicar bastante com ele, mas parecem unidos.
– É a minha missão. Ele sorrir e em seguida abraça seu
irmão mais novo e começam uma brincadeira que eu não conseguia entender muito, mas achava fofo!
Me sento no sofá e a mãe dele pede para eu esperar que a comida já estava ficando pronta, estava sendo muito bem recebia, mas na verdade eu nem estava com fome, eu estava com tanta vergonha, além de ter pavor de comer perto de pessoas que não conheço, eu era cheia de manias. Enquanto isso Taço ficava no outro sofá iniciando um vídeo game, e eu fiquei ali parada só obervando, até que ele me chama para jogar com ele, mas eu digo que não era muito boa, apesar de eu estar louca para jogar porque tinha achado aquela imagem hipnotizante e legal dos jogos.
A comida tinha ficado pronta então não deu para eu falar que queria sim jogar. A comida que ela tinha preparado era uma comida que eu não costumava comer, não estava ruim, mas eu não comia mesmo, ela disse que eu poderia até comer na sala. Eu não poderia negar, seria uma desfeita por tudo que ela tinha feito e por ter me recebido. Eu coloco bem pouco e o pai dele fala que eu comia muito pouco e me ofereceu mais, mas ai sim eu recusei, mas não adiantou eles pensaram que eu estava com vergonha.
Na sala com o prato em cima de mim vejo Tarço do outro lado de um outro sofá e pego ele me olhando de longe, então ele se descola e senta do meu lado do sofá.
– Deixa que eu como. Ele pega meu garfo e come o resto que estava no meu prato. Salvou a minha vida, mas ele deve me achar uma fresca e como ele não sentiu nojo.
Me sento no sofá e a mãe dele pede para eu esperar que a comida já estava ficando pronta, estava sendo muito bem recebia, mas na verdade eu nem estava com fome, eu estava com tanta vergonha, além de ter pavor de comer perto de pessoas que não conheço, eu era cheia de manias. Enquanto isso Taço ficava no outro sofá iniciando um vídeo game, e eu fiquei ali parada só obervando, até que ele me chama para jogar com ele, mas eu digo que não era muito boa, apesar de eu estar louca para jogar porque tinha achado aquela imagem hipnotizante e legal dos jogos.
A comida tinha ficado pronta então não deu para eu falar que queria sim jogar. A comida que ela tinha preparado era uma comida que eu não costumava comer, não estava ruim, mas eu não comia mesmo, ela disse que eu poderia até comer na sala. Eu não poderia negar, seria uma desfeita por tudo que ela tinha feito e por ter me recebido. Eu coloco bem pouco e o pai dele fala que eu comia muito pouco e me ofereceu mais, mas ai sim eu recusei, mas não adiantou eles pensaram que eu estava com vergonha.
Na sala com o prato em cima de mim vejo Tarço do outro lado de um outro sofá e pego ele me olhando de longe, então ele se descola e senta do meu lado do sofá.
– Deixa que eu como. Ele pega meu garfo e come o resto que estava no meu prato. Salvou a minha vida, mas ele deve me achar uma fresca e como ele não sentiu nojo.
Depois de acabarmos a refeição enquanto ouvia o som dos grilos do anoitecer a mãe dele chega perto de mim e cochicha se eu não
queria tomar um banho, eu digo que estava tudo bem, mas na verdade não foi uma pergunta ela me entrega já uma toalha de banho, uma saia comprida de tecido rosa goiaba de
ceda dela e uma blusa de super herói de Tarço, eu estava super combinando para
dizer ao contrário, porém mais confortável impossível. Eu saio do banheiro que dava de cara para a cozinha e ali estava Tarço bebendo água com a geladeira
aberta, meu cabelo estava molhado e parecia até que ele estava me esperando sair, e olha para mim meio de boquiaberto, pois dou de cara com ele. Penso que eu estando na sua casa estava invadindo a sua privacidade, me perguntando o que eu estava fazendo ali.
Ainda segurando a roupa com que eu estava antes vou direto para a sala e abaixo
a cabeça sem falar nada sendo no sofá e fico ali quieta assistindo televisão.
– Eu já vou indo
dormir, mas fica à vontade está bom meu amor.
Ela
não disse onde eu iria dormir como pergunto isso? socorro!
– Você
já quer ir dormir? Perguntava Tarço
– Pode ser. Uma resposta curta, mas na verdade eu dormia tarde e eram apenas 23:30 ainda pra mim.
– Ta bem, você pode dormir no meu quarto e eu durmo aqui na
sala e o meu irmão no quarto da minha mãe e o do meu pai. Deixa eu só eu pegar uma coisas no meu
quarto.
– Sem problemas.
Eu espero ele entra em seu quarto enquanto ele pegava o que estava para buscar, mas ele pede para poder entrar também.
Eu espero ele entra em seu quarto enquanto ele pegava o que estava para buscar, mas ele pede para poder entrar também.
– Pode ficar à vontade, só não repara a bagunça. Ele solta
uma risada. Ele me olha de lado e sai de seu quarto pequeno
– Tenha uma boa noite!
Mal ele sai do quarto e já me sento na cama, começo a olhar ao redor, vejo os
bonequinhos de super-heróis que estavam na prateleira e começo a pensar que eu estava no lugar onde ele ficava sempre, no lugar a qual muitas vezes conversamos por mensagem durantes horas pela madrugada. Eu deito na cama pego o edredom dele e me cubro, não podia acreditar no
que estava acontecendo. Em questão de segundos ele bate na porta e abre devagar.
– Posso entrar? eu esqueci uma outra coisa
– Sim é claro
entra novamente e me vê deitada.
– Ia dormir já, mas sem apagar a luz? Ele sorrir
– Posso entrar? eu esqueci uma outra coisa
– Sim é claro
entra novamente e me vê deitada.
– Ia dormir já, mas sem apagar a luz? Ele sorrir
Fico muda por alguns segundos e desconcertada.
– Eu estava cansada. Respondo gaguejando, sorrio distraída e
volto a olhar para ele.
– Eu só esqueci de pegar essa blusa. Bons
sonhos! Ele apaga a luz pra mim. Ele vai fechando a porta lentamente achando graça e admirando seu edredon por cima de mim.
Passou um tempo era por volta de 00:24 e aqui eu estava, sem sono achando que estava muito cedo virando de um lado para o outro, ligo o ventilador e ele faz um barulhão, eu estava morrendo de calor, não consigo dormir mesmo assim, como eles conseguem dormir tão cedo? Pego meu celular checo as redes sociais e vejo que Tarço estava oline também, eu sorrio por achar graça de saber que ele estava acordado
e ali tão perto de mim, bloqueio a tela do celular e volto para tentar dormir. Mais tarde
saio do quarto apertada com vontade de ir ao banheiro, abro a porta devagar,
vou até a sala e olho para os lados e vejo sem querer Tarço em seu profundo sono dormindo, mas acordo ele.
– Tarço...Chamo cochichando. Tarço mil perdões te acordar, mas é que eu posso abrir a geladeira para beber água?
– Claro pode ir lá, vai lá meu anjo
– Tarço...Chamo cochichando. Tarço mil perdões te acordar, mas é que eu posso abrir a geladeira para beber água?
– Claro pode ir lá, vai lá meu anjo
– Desculpa te acordar é que poderia ter alguém lá sabe.
– O que? não, anjo bebe água e abre a geladeira depois. Ele dizia coisas sem sentido com sono o que eu achava fofo e me segurava para não rir.
– Não é nada, obrigada.
– O que? não, anjo bebe água e abre a geladeira depois. Ele dizia coisas sem sentido com sono o que eu achava fofo e me segurava para não rir.
– Não é nada, obrigada.
E assim foi, quando sai do banheiro me deparo com Tarço bebendo água
– Foi mal te acordei mesmo, né?
– Não, relaxa
– Que doideira, né? – primeira coisa que veio na cabeça
– Muita doideira. –Ele sorrir.– Quer um pouco de água?
– Muita doideira. –Ele sorrir.– Quer um pouco de água?
– Eu aceito, brigada.
– Você ta suando? Ele alisa sua mão no meu rosto
– Não, só... é que tava um pouco quente lá dentro, mas agora estou com frio ta tudo bem.
Bom já vou indo, boa noite.
Quando eu vou andando de volta para o quarto ele segura pelo o meu braço e me puxa de volta para perto segurando o meu cabelo, ele aproxima o seu rosto ao meu e encosta as nossas testas.
– Eu posso?
Balanço a cabeça sinalizando que sim.
E ali nos beijamos na cozinha com a luz apagada e copos de águas na mesa, porém não totalmente escura algumas luzes do quintal deixava a cozinha um pouco mais clara onde pude ver seu rosto, nos abraçamos. Ele e ele olha pra mim com a sobrancelha curvada sorrindo e com uma de suas mãos jogando uma mecha de cabelo que estava de intruso no meu rosto para trás, fazia um carinho em meu rosto e continuava olhando. Logo mais ele me acompanha até a porta do quarto.
– O que acabou de acontecer?
– Acho que estava querendo muito te beijar
– E é impressão minha ou você gosta muito de me beijar?
– Não é impressão sua eu realmente gosto
Ali ele me dá um outro beijo de despedida e entro na testa demonstrando enorme carinho.
No dia seguinte amanhece e vejo ele e tropeço no sofá, nós olhamos de um jeito estranho, mas ele me olha de um jeito diferenciado como se falasse "eu sei o que rolou ontem entre a gente" mas ao mesmo tempo ele disfarçava bem.
– Você ta suando? Ele alisa sua mão no meu rosto
– Não, só... é que tava um pouco quente lá dentro, mas agora estou com frio ta tudo bem.
Bom já vou indo, boa noite.
Quando eu vou andando de volta para o quarto ele segura pelo o meu braço e me puxa de volta para perto segurando o meu cabelo, ele aproxima o seu rosto ao meu e encosta as nossas testas.
– Eu posso?
Balanço a cabeça sinalizando que sim.
E ali nos beijamos na cozinha com a luz apagada e copos de águas na mesa, porém não totalmente escura algumas luzes do quintal deixava a cozinha um pouco mais clara onde pude ver seu rosto, nos abraçamos. Ele e ele olha pra mim com a sobrancelha curvada sorrindo e com uma de suas mãos jogando uma mecha de cabelo que estava de intruso no meu rosto para trás, fazia um carinho em meu rosto e continuava olhando. Logo mais ele me acompanha até a porta do quarto.
– O que acabou de acontecer?
– Acho que estava querendo muito te beijar
– E é impressão minha ou você gosta muito de me beijar?
– Não é impressão sua eu realmente gosto
Ali ele me dá um outro beijo de despedida e entro na testa demonstrando enorme carinho.
No dia seguinte amanhece e vejo ele e tropeço no sofá, nós olhamos de um jeito estranho, mas ele me olha de um jeito diferenciado como se falasse "eu sei o que rolou ontem entre a gente" mas ao mesmo tempo ele disfarçava bem.
– Você tem a idade do Tarço, ontem eu pensei que o tarço tava vindo me apresentar a namorada dele sem me avisar, do jeito que vocês se olhavam com um brilho diferenciado no olhar. Mães percebem
essas coisas também. Dizia a mãe dele
Tarço não diz nada
Eu já me engasgo
Eu já me engasgo
– Não nos conhecemos na escola somos amigos e eu sou um ano mais velha que ele.
Enquanto Tarço me levava para o ponto de ônibus eu toquei no assunto
– Eu acho que tive um sonho essa noite, um sonho muito bom! mas acho que só foi um sonho na verdade.
– Eu acho que tive um sonho essa noite, um sonho muito bom! mas acho que só foi um sonho na verdade.
– Só se eu sonhei com o mesmo também. Ele sorrir me olhando
Nosso risos se sincronizam
Nosso risos se sincronizam
– Meu ônibus chegou, muito obrigada por tudo.
– Não queria que você fosse –ele me dá um outro beijo
caloroso– via nos olhos dele que ele sentia o mesmo por mim.
Entro no ônibus, da janela do ônibus nos dávamos chão e eu
estava tão feliz.
Alguns
dias se passam e ainda conversando com ele sinto ele meio distante, pergunto o
que estava acontecendo e ele dizia que estava querendo somente amizade comigo
não consegui entender depois de tudo que passamos, fiquei muito triste ainda
gostava dele tínhamos tudo para dar certo e ele ainda agiu errado comigo, mas o que
poderia fazer a vida segue mais uma vez. Passou um tempo em uma festa de 15
anos de uma amiga em comum, quando nos vimos ele ficou todo animado em me ver
e tentou se aproximar de mim, mas educadamente cumprimentei, era tarde
demais, foi escolha dele o jogo virou, não adianta já não sentia o mesmo que
antes, ele deixou escapar, deixou eu ir embora, na época que eu queria tanto, queria tanto essa
atenção, agora pra é desinteressante, apenas guardava lembranças boas. Parece que os
garotos ficam tranquilos no início e depois começam a ficar triste e aí se dão
conta do que perderam, quando ele finalmente ficou pronto pra mim eu já tinha superado.

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Eu amei de verdade lê cada palavrinha do teu comentário, cada um é mais do que importante pra mim. É muito gratificante, pois assim consigo perceber que meu trabalho está sendo visto♡♡