Eu sempre me imagino sendo
puxada de um penhasco pela pessoa que gosto, imagino essa pessoa especial me
dando a mão e me puxando de volta para cima. Se eu conseguir visualizar essa
pessoa sendo capaz de fazer tal gesto por mim, usando suas forças e fazendo de
tudo para me salvar, eu consigo imaginar como essa pessoa se importa com as pessoas e principalmente comigo, em
como posso confiar
ou tenho uma cabeça romântica em que imagino diversas situações o herói salvando a mocinha. Assim eu imagino como será o meu verdadeiro amor, quando
encontra-lo, ou talvez eu seja excêntrica e tenha uma cabeça romântica e
criativa demais. Eu vivo fantasiando diversas situações de como eu poderia
conhecer o meu amor, como se fosse aqueles heróis salvando a mocinha do perigo
nos filmes. Bom, mas passei grande parte da minha vida me dedicando aos estudos
e focando na minha carreira, o que é ótimo! Me dediquei tanto, mas com o passar
dos anos acabei esquecendo de alguns outros sonhos sendo o amor um deles.
Em uma manhã de setembro, saio para fazer umas compras na farmácia, coisas necessárias de uma menina. Quando eu chegasse em casa teria que continuar o meu trabalho para a pós-graduação. Agora que terminei no ano passado a minha graduação aqui estou eu queimando a minha cabeça escrevendo o meu pré-projeto para entregar a professora.
– Você por aqui? Dou um
animado sorriso e ele mostra um largo sorriso e me abraça.
– Miriam! Passeando por ai é, como você está?
– Miriam! Passeando por ai é, como você está?
Encontrei o meu amigo, conheço
ele desde o ensino médio, ele se chamava Joaquim. Eu sempre lembro das pessoas
que eu vejo pela primeira vez de uma forma especial, eu nunca me esqueço. Bom desde
aquela época para cá nos tornamos muito amigos e mesmo depois de termos
concluído continuamos a nossa amizade. Ele tinha ido viajar de férias do seu trabalho.
Mesmo sendo formado em engenharia, ele não exercia sua profissão no momento.
Ele estava trabalhando como carregador de mármore em uma fábrica ajudando o seu
pai no depósito. Ele descarregava coisas do caminhão e carregava até dentro da
loja, que era do seu pai. Ele chegava a ser conhecido como riquinho na escola,
mas ele e a sua família levavam uma vida tão simples.
Bom um dia visitei ele até o seu trabalho, levei um almoço e ele perguntou se tinha sido eu quem tinha feito, e eu disse que na verdade eu comprei pronta a comida. Ali almoçamos em uma daqueles banquinhos de concreto, feita para o almoço dos funcionários.
Bom um dia visitei ele até o seu trabalho, levei um almoço e ele perguntou se tinha sido eu quem tinha feito, e eu disse que na verdade eu comprei pronta a comida. Ali almoçamos em uma daqueles banquinhos de concreto, feita para o almoço dos funcionários.
– Eu to bem, só continue um
pouco nervosa porque tenho que endireitar um monte de coisas ainda do meu
trabalho. Enquanto isso o senhor da farmácia me perguntava se eu queria levar
mais um absorvente que sairia pelo o mesmo preço de levar apenas um. – Você
quer ler o meu trabalho e me dizer o que acha?
– Ler o seu trabalho? ai não sei não? Sorrio e dou um tapinha no braço dele.
– Brincadeira manda depois pra mim ler. Mas olha eu tenho certeza que você vai se sair muito bem, você é muito inteligente, responsável... preciso fazer uma lista de qualidades?
– Ler o seu trabalho? ai não sei não? Sorrio e dou um tapinha no braço dele.
– Brincadeira manda depois pra mim ler. Mas olha eu tenho certeza que você vai se sair muito bem, você é muito inteligente, responsável... preciso fazer uma lista de qualidades?
– Não precisa. – sorrio – Eu
aceito a promoção se não bastasse a vergonha ele pede para outro rapaz buscasse
o pacote maior e o constrangimento não parava. Ele teve que passar todos os
outros produtos de novo no caixa. – Mais tarde eu te mando o meu trabalho ok?
– Se tiver mais alguma coisa em que eu possa ajudar estou à disposição. Dizia ele olhando para a minha cara envergonhada. – Nossa! Vai precisar de tudo isso.
– Cala a boca! mas me conta como foi sua viagem?
Enquanto andávamos conversando até chegar ao ponto de ônibus, esperávamos o mesmo ônibus juntos, pois morávamos próximos. Joaquim ele era um perfeito cavalheiro, ele era daqueles tipos que se levantava quando eu ia embora, quando alguém se levantava e porque ele era o meu melhor amigo, ele era capaz de se algo me magoar ele iria fazer de tudo para me animar disso eu tinha certeza.
– Se tiver mais alguma coisa em que eu possa ajudar estou à disposição. Dizia ele olhando para a minha cara envergonhada. – Nossa! Vai precisar de tudo isso.
– Cala a boca! mas me conta como foi sua viagem?
Enquanto andávamos conversando até chegar ao ponto de ônibus, esperávamos o mesmo ônibus juntos, pois morávamos próximos. Joaquim ele era um perfeito cavalheiro, ele era daqueles tipos que se levantava quando eu ia embora, quando alguém se levantava e porque ele era o meu melhor amigo, ele era capaz de se algo me magoar ele iria fazer de tudo para me animar disso eu tinha certeza.
– Foi tudo tranquilo. –
Ele dá um sorriso bom – Lá eu e os meus pais passamos na casa dos
meus avós.
– Ai que bom! E deu para descansar bastante?
– Muito eu estava realmente precisando desse tempo.
– Você tem que ir lá em casa, já tem um tempão que você não vai lá. Que tal fazermos igual aos velhos tempos? – Dizia entusiasmada – Vai lá na sexta e a gente assisti filme.
– Ai que bom! E deu para descansar bastante?
– Muito eu estava realmente precisando desse tempo.
– Você tem que ir lá em casa, já tem um tempão que você não vai lá. Que tal fazermos igual aos velhos tempos? – Dizia entusiasmada – Vai lá na sexta e a gente assisti filme.
– Velhos tempos? Ele dava uma
gargalhada com sorriso aberto. – Nos vimos no mês passado. Ele tinha um a
gargalhada mais contagiante e sincera que já conheci na vida
– Meus pais estão com saudades de você também
– Meus pais estão com saudades de você também
– Pode deixar que apareço lá sim.
Já no dia seguinte Joaquim bate a minha porta e a minha família o recebe feliz, de forma como se fosse uma visita ilustre da qual ele nunca tivesse ido lá. Todos gostavam muito dele, tinham esse carinho por ele. Lembro de um vez que meu pai foi trabalhar no lugar onde Joaquim trabalha e meu ele não aguentou uma semana carregar tantos pesos que eles carregam no dia dia.
Reunidos com o famoso Joaquim, ouvimos da sua viagem e outras coisas. Minha mãe resolve levantar e ir até a cozinha. Todos olham espantados e Joaquim não entende nada. Chego bem próximo dele para informa-lo de algo muito muito importante.
– Se a minha mãe te oferecer a torta de maçã não aceite, por favor!
Meu pai me apoia e completa que se ele tivesse amor a vida pra não aceitar
– Tudo bem! Mas sua mãe cozinha tão bem! Eu não entendo
Chego mais perto dele apontando o dedo no nariz e o encaro olho nos olhos
– O aviso é sério. Digo séria
Ele fica calado por uns instantes assente, mas segura a rizada
– Ela pode cozinhar muito bem, mas essa torta não. – Coloco a mão na cintura – Vem, meu pai distrai ela, e pode fingir que vai levar para a gente a torta.
Saímos correndo para o quarto.
Joaquim coloca uma música da minha banda favorita, enquanto estava deitada com o notebook no meu colo mexendo no meu trabalho, mas só a presença dele já me deixava feliz. Joaquim estava sentado no chão encostando as costas na cama segurando o celular com som da música. Enquanto eu estava distraída escrevendo o trabalho ele me observava cantando a letra junto da música. Ele de repente tira a música que estava tocando.
– Porque tirou?
– Canta sozinha sem a música
– O que? Por que?
– Toma pega a escova e faz de microfone
– Ué ta bem. Dou rizada.
Começo a cantar, mas paro porque estava dando risada, ele pede param e mante concentrada. Ao final ele assiste e aplaude firmemente.
– Eu nem lembrava disso. Eu amo cantar, mas não é como se eu quisesse ser uma cantora. Balanço a escova microfone apontando para ele e ele sorri. – Eu queria só pelo menos uma vez na vida me apresentar para um público, pequeno de preferência.
– Diz ai uma data. Você vai realizar esse sonho na data que você for falar agora
– Hum, acho que pode ser no dia 18 de maio.
– Ano que vem, fechado você vai realizar nessa data.
Nós sorrimos e voltei para o meu notebook.
Enquanto eu editava o meu trabalho Joaquim estava no tédio mudando de canais na televisão.
– Lembrei de uma piada. Já ele já rindo
Já no dia seguinte Joaquim bate a minha porta e a minha família o recebe feliz, de forma como se fosse uma visita ilustre da qual ele nunca tivesse ido lá. Todos gostavam muito dele, tinham esse carinho por ele. Lembro de um vez que meu pai foi trabalhar no lugar onde Joaquim trabalha e meu ele não aguentou uma semana carregar tantos pesos que eles carregam no dia dia.
Reunidos com o famoso Joaquim, ouvimos da sua viagem e outras coisas. Minha mãe resolve levantar e ir até a cozinha. Todos olham espantados e Joaquim não entende nada. Chego bem próximo dele para informa-lo de algo muito muito importante.
– Se a minha mãe te oferecer a torta de maçã não aceite, por favor!
Meu pai me apoia e completa que se ele tivesse amor a vida pra não aceitar
– Tudo bem! Mas sua mãe cozinha tão bem! Eu não entendo
Chego mais perto dele apontando o dedo no nariz e o encaro olho nos olhos
– O aviso é sério. Digo séria
Ele fica calado por uns instantes assente, mas segura a rizada
– Ela pode cozinhar muito bem, mas essa torta não. – Coloco a mão na cintura – Vem, meu pai distrai ela, e pode fingir que vai levar para a gente a torta.
Saímos correndo para o quarto.
Joaquim coloca uma música da minha banda favorita, enquanto estava deitada com o notebook no meu colo mexendo no meu trabalho, mas só a presença dele já me deixava feliz. Joaquim estava sentado no chão encostando as costas na cama segurando o celular com som da música. Enquanto eu estava distraída escrevendo o trabalho ele me observava cantando a letra junto da música. Ele de repente tira a música que estava tocando.
– Porque tirou?
– Canta sozinha sem a música
– O que? Por que?
– Toma pega a escova e faz de microfone
– Ué ta bem. Dou rizada.
Começo a cantar, mas paro porque estava dando risada, ele pede param e mante concentrada. Ao final ele assiste e aplaude firmemente.
– Eu nem lembrava disso. Eu amo cantar, mas não é como se eu quisesse ser uma cantora. Balanço a escova microfone apontando para ele e ele sorri. – Eu queria só pelo menos uma vez na vida me apresentar para um público, pequeno de preferência.
– Diz ai uma data. Você vai realizar esse sonho na data que você for falar agora
– Hum, acho que pode ser no dia 18 de maio.
– Ano que vem, fechado você vai realizar nessa data.
Nós sorrimos e voltei para o meu notebook.
Enquanto eu editava o meu trabalho Joaquim estava no tédio mudando de canais na televisão.
– Lembrei de uma piada. Já ele já rindo
– Hein conta ai. Falava
enquanto mal dava atenção a ele
– Porque a chuva pegou ônibus?
– Não sei...
– Porque ela era passageira
coloco a mão na testa e dou um sorriso fraco franzindo a testa
– Você sabe que só você acha graça, né?
– O que? Como pode não achar engraçado isso? Então porque você ta rindo agora?
– Eu?
Ele me ataca com cosquinhas, tento me afastar dele e saio de perto pedindo para ele parar, já estava com falta de ar de tanto rir. Tento me recompor e voltar para o meu lugar, mas ele ficava na minha frente me cercando e ameaçando fazer mais coquinhas. Aquilo me tirava totalmente do foco de estudar.
Nesse mesmo momento ele olha uma blusa jogada em uma cadeira.
– Ei, aquela é a minha blusa?
Olho para a direção de onde estava a blusa
– Eu estava procurando a um tempão.
– Ei a minha touca ta até hoje com você também.
– Não sei...
– Porque ela era passageira
coloco a mão na testa e dou um sorriso fraco franzindo a testa
– Você sabe que só você acha graça, né?
– O que? Como pode não achar engraçado isso? Então porque você ta rindo agora?
– Eu?
Ele me ataca com cosquinhas, tento me afastar dele e saio de perto pedindo para ele parar, já estava com falta de ar de tanto rir. Tento me recompor e voltar para o meu lugar, mas ele ficava na minha frente me cercando e ameaçando fazer mais coquinhas. Aquilo me tirava totalmente do foco de estudar.
Nesse mesmo momento ele olha uma blusa jogada em uma cadeira.
– Ei, aquela é a minha blusa?
Olho para a direção de onde estava a blusa
– Eu estava procurando a um tempão.
– Ei a minha touca ta até hoje com você também.
Ele pega a blusa da cadeira e no
mesmo estante saio atrapalhada correndo para pegar a blusa antes dele. O trato
era enquanto ele não devolvesse a minha touca eu não devolveria a blusa dele. Joaquim
pega a blusa de um lado da manga e eu pego uma do outro, daí começamos uma
espécie de competição pela blusa. Ele puxava de um lado e eu puxava do outro e
assim ficamos por uns dez segundos.
– Devolve aqui. Você vai rasgar a blusa Joaquim. Digo dando rizada.
Quando eu iria largar, ele puxa de um lado mais forte e me puxa junto de forma que me faz cair em cima dele. Damos tanta rizada.
– Você está forte, menino
Quando me levanto dou um grito de desespero quando ouço na Televisão que a minha banda favorita estaria dando autógrafo na Rua do Centro. Levanto do chão e fixo a minha atenção na informação. Joaquim ainda permanecia no chão esfregando a mão na nuca por ter batido de leve no chão.
– Ah, ta! Você ta gritando por isso.
– Preciso falar com a Bia. Ah, esqueci! ela viajando também. Todo mundo viaja nas férias menos eu. Dou rizada e coloco a mão na testa
– Não esquenta pra isso.
– Obrigada por me animar. Ah! é o meu sonho ver eles de pertinho, o Luan é o meu favorito.
– Eu sei disso
– Ele é tão maravilhoso! Sabe, quando eu estou com ele é tipo quando você se sente vendo o episódio de Chaves no Acapulco.
– Aram eu entendi!
– O jeito dele lembra o Jack de Titanic. Imagina se ele me ver de longe e se apaixonar?
– Quem sabe. Ele dá uma sorriso. – Mas você vai realmente sozinha a esse show?
– Vou sim
– Vai estar lotado pode ser perigoso você sozinha.
– Você é muito paizão mesmo. Digo zombando dele
– Olha e será que você vai conseguir ver eles mesmo? Diz ele levantando a sobrancelhas.
– Sim de longe, eu só queria ir ver eles. Faço uma cara triste.
– Vai ser que dia eu vou com você.
– EEHBBA!!!
Sentia que ele poderia resolver qualquer coisa, pego a mão dele, ajudo ele a se levantar e rodo com ele pulando feliz.
– Devolve aqui. Você vai rasgar a blusa Joaquim. Digo dando rizada.
Quando eu iria largar, ele puxa de um lado mais forte e me puxa junto de forma que me faz cair em cima dele. Damos tanta rizada.
– Você está forte, menino
Quando me levanto dou um grito de desespero quando ouço na Televisão que a minha banda favorita estaria dando autógrafo na Rua do Centro. Levanto do chão e fixo a minha atenção na informação. Joaquim ainda permanecia no chão esfregando a mão na nuca por ter batido de leve no chão.
– Ah, ta! Você ta gritando por isso.
– Preciso falar com a Bia. Ah, esqueci! ela viajando também. Todo mundo viaja nas férias menos eu. Dou rizada e coloco a mão na testa
– Não esquenta pra isso.
– Obrigada por me animar. Ah! é o meu sonho ver eles de pertinho, o Luan é o meu favorito.
– Eu sei disso
– Ele é tão maravilhoso! Sabe, quando eu estou com ele é tipo quando você se sente vendo o episódio de Chaves no Acapulco.
– Aram eu entendi!
– O jeito dele lembra o Jack de Titanic. Imagina se ele me ver de longe e se apaixonar?
– Quem sabe. Ele dá uma sorriso. – Mas você vai realmente sozinha a esse show?
– Vou sim
– Vai estar lotado pode ser perigoso você sozinha.
– Você é muito paizão mesmo. Digo zombando dele
– Olha e será que você vai conseguir ver eles mesmo? Diz ele levantando a sobrancelhas.
– Sim de longe, eu só queria ir ver eles. Faço uma cara triste.
– Vai ser que dia eu vou com você.
– EEHBBA!!!
Sentia que ele poderia resolver qualquer coisa, pego a mão dele, ajudo ele a se levantar e rodo com ele pulando feliz.
No dia do evento que ocorreria
no centro da cidade, o lugar lotava assim como tínhamos previsto e ali
estávamos no meio da multidão.
– Algum problema, que cara é
essa?
– Estamos sendo filmados pela TV.
SIMPLESMENTE NÃO POSSO ACREDITAR. Agora eles devem apresentar os membros do
grupo.
Gritos! Gritos! e mais gritos!
Joaquim parecia estar assustado com tantos gritos da minha empolgação e das demais enquanto parecia me achar louca e rir.
– Não to enxergando. Dizia esticando os pés o máximo que eu podia
Gritos! Gritos! e mais gritos!
Joaquim parecia estar assustado com tantos gritos da minha empolgação e das demais enquanto parecia me achar louca e rir.
– Não to enxergando. Dizia esticando os pés o máximo que eu podia
– Vem sobe aqui.
Ele me pega no colo e me carrega
na cacunda para poder enxergar alguma coisa lá na frente.
– Eu estou de saia acho que não vai dar certo
– Tenta tampar quando subir, ninguém vai olhar estão todos olhando para os meninos.
Até que fomos convidados para uma brincadeira em que teríamos que imitar as manias um do outro.
– Eu estou de saia acho que não vai dar certo
– Tenta tampar quando subir, ninguém vai olhar estão todos olhando para os meninos.
Até que fomos convidados para uma brincadeira em que teríamos que imitar as manias um do outro.
– Eles chamaram a gente porque
devem ter pensado que éramos um casal
– Isso é normal, mas vamos
aparecer na televisão. Vamos!
O jogo consistia nos
participantes imitarem a manias um do outro de cima do palco. Eu estava nervosa
por estar cara a cara com os meus meninos. Tento abraço um deles e o Joaquim me
segura rapidamente para tentar me controlar. Chegou a nossa vez na competição,
estávamos concorrendo ingressos para o show. Tímida tentei imitar um dos
meninos da banda, que no caso foi o Luan. Todos da plateia riram e ao final
votarem para ver se a pessoa estava imitando bem. Chegou em uma parte que eu
consegui ser a finalista mesmo morrendo de vergonha e nervosa. Chegando ao
final do jogo perguntaram se Joaquim gostaria de me imitar dessa vez, ele mesmo
com vergonha foi todo desinibido para o meio do palco participar da brincadeira.
No meio do palco começou a imitar, ele imitava a minha rizada, eu de mau humor,
imitou quando eu disse que talvez um dos meninos da banda iria se apaixonar por
mim, quando me visse. Nessa hora eu olhei para os meninos da banda e todos
estavam rindo inclusive o Luan. Nesse momento sorrio e tento jogar o cabelo
para me notarem. Todos da plateia riam com as palhaçadas de Joaquim todos na
plateia se apaixonaram por ele, as meninas ficaram loucas ao ver Joaquim e ai
que ele ficou mais bobo ainda e se animou, sua carisma pareia conquistar a
todos, ele roubou a cena. Ao vê-lo me imitando pude ver como a gente se
conhecia bem, e como conhecia ele também.
A apresentadora disse que nós éramos um casal bonito eu fico desesperada achando que o Luan iria achar que era verdade. Joaquim fala que somos amigos e todos no palco vaiam. Eu pego o microfone e completo dizendo que não éramos um casal, afirmo olhando para o Lu. Joaquim tenta contar uma piada e eu tapo a boca dele imediatamente, os seguranças pede para que pudéssemos sair do palco.
– Não toca nela. Tira as mãos dela já disse
Ali eles começam uma briga, outros guardas seguravam Joaquim.
– Desculpa pessoal pelo mal entendido, pessoal. Dizia envergonhada enquanto tentava acalmar Joaquim e saia do palco
Eu e meu amigo voltamos para casa naquela noite e do caminho do ponto de ônibus até em casa íamos conversando de como tinha sido doido esse dia.
– É infelizmente eu não ganhei, mas estou mais do que satisfeita por ter visto eles de pertinho e principalmente o Luan. Coloco a mão no rosto e tido olhando para o céu sorrindo
– E eu paguei mico. Ele solta um sorriso e coloca a mão no roxo no olho
– Você quer entrar e colocar um gelo? descansar um pouco antes de andar até sua casa?
– Não ta tudo bem, obrigada! Amanhã volto a trabalhar também
– Ta bem então. Obrigada por hoje. Eu amo você mais
– Impossível eu amo mais você
Ele esfrega a minha cabeça sorri e nos abraçamos firmemente.
Entro dentro de casa dando saltinho de felicidades e lembrando do olhar que o Luan tinha dado para mim, juro que não era coisa da minha cabeça. Nessa noite durmo toda feliz. Mas fico pensativa cada um tem seu universo, seja nos lares, seja um casal, artistas e famosos cada um vive sua vida de forma tão singular e ao mesmo tempo tão parecidas.
Ainda em setembro eu me descabelava escrevendo e editando meu pré-projeto. Joaquim aparece na minha casa para dizer o que tinha achado do meu trabalho, ele ainda exige que eu ligasse o meu notebook para que ele fosse pontuando algumas partes. Ele coloca seu óculos e eu os meus. Sento na minha escrivaria ligo. Ele senta do meu lado, sentado na cama e juntos olhamos para tela. Ele foi me mostrando onde ele tinha achado interessante, mesmo não sendo a área dele, foi me mostrando onde e o que poderia melhorar.
– Olha aqui nessa parte você podia editar o cabeçalho.
Abaixo a minha cabeça desanimada.
– Que foi? Eu disse algo?
– Não, não é isso, é que eu acho que não está bom o suficiente
Ele segura a minha mão firme e eu olho para ele com um olhar triste
A apresentadora disse que nós éramos um casal bonito eu fico desesperada achando que o Luan iria achar que era verdade. Joaquim fala que somos amigos e todos no palco vaiam. Eu pego o microfone e completo dizendo que não éramos um casal, afirmo olhando para o Lu. Joaquim tenta contar uma piada e eu tapo a boca dele imediatamente, os seguranças pede para que pudéssemos sair do palco.
– Não toca nela. Tira as mãos dela já disse
Ali eles começam uma briga, outros guardas seguravam Joaquim.
– Desculpa pessoal pelo mal entendido, pessoal. Dizia envergonhada enquanto tentava acalmar Joaquim e saia do palco
Eu e meu amigo voltamos para casa naquela noite e do caminho do ponto de ônibus até em casa íamos conversando de como tinha sido doido esse dia.
– É infelizmente eu não ganhei, mas estou mais do que satisfeita por ter visto eles de pertinho e principalmente o Luan. Coloco a mão no rosto e tido olhando para o céu sorrindo
– E eu paguei mico. Ele solta um sorriso e coloca a mão no roxo no olho
– Você quer entrar e colocar um gelo? descansar um pouco antes de andar até sua casa?
– Não ta tudo bem, obrigada! Amanhã volto a trabalhar também
– Ta bem então. Obrigada por hoje. Eu amo você mais
– Impossível eu amo mais você
Ele esfrega a minha cabeça sorri e nos abraçamos firmemente.
Entro dentro de casa dando saltinho de felicidades e lembrando do olhar que o Luan tinha dado para mim, juro que não era coisa da minha cabeça. Nessa noite durmo toda feliz. Mas fico pensativa cada um tem seu universo, seja nos lares, seja um casal, artistas e famosos cada um vive sua vida de forma tão singular e ao mesmo tempo tão parecidas.
Ainda em setembro eu me descabelava escrevendo e editando meu pré-projeto. Joaquim aparece na minha casa para dizer o que tinha achado do meu trabalho, ele ainda exige que eu ligasse o meu notebook para que ele fosse pontuando algumas partes. Ele coloca seu óculos e eu os meus. Sento na minha escrivaria ligo. Ele senta do meu lado, sentado na cama e juntos olhamos para tela. Ele foi me mostrando onde ele tinha achado interessante, mesmo não sendo a área dele, foi me mostrando onde e o que poderia melhorar.
– Olha aqui nessa parte você podia editar o cabeçalho.
Abaixo a minha cabeça desanimada.
– Que foi? Eu disse algo?
– Não, não é isso, é que eu acho que não está bom o suficiente
Ele segura a minha mão firme e eu olho para ele com um olhar triste
– Você fica linda sendo tão
exigente com você mesma.
Continue olhando para ele.
– Seu trabalho está muito bom! Se eu fosse sua professora eu estaria satisfeito.
Não sei o que me deu nesse momento, ficamos em silêncio e ele percebe que eu ainda olhava para ele enquanto ele já tinha acabado de falar. De repente ele iria iniciar uma outra fala, mas se perde no que estava falando e percebo isso esse desajeitado.
Ele olha para a minha mão e percebe que ainda estava a segurando, o que é estranho, nos dois sentindo o toque da mão um do outro e disperços, mas eu sorrio como se estivesse achando bonito. Até que me dou conta de que era o Joaquim na minha frente aquele que fazia competição de quem bebe água mais rápido, mas ele hoje parecia especialmente bonito! nós olhamos com a testa franzida um para o outro estranhando aquele momento. Solto a minha mão rapidamente e da cadeira, mudo de assunto e fico em pé até o centro do quarto. Sem eu ver ele fecha a mão sentindo falta da minha mão na sua e ele mesmo estranha essa sensação.
Continue olhando para ele.
– Seu trabalho está muito bom! Se eu fosse sua professora eu estaria satisfeito.
Não sei o que me deu nesse momento, ficamos em silêncio e ele percebe que eu ainda olhava para ele enquanto ele já tinha acabado de falar. De repente ele iria iniciar uma outra fala, mas se perde no que estava falando e percebo isso esse desajeitado.
Ele olha para a minha mão e percebe que ainda estava a segurando, o que é estranho, nos dois sentindo o toque da mão um do outro e disperços, mas eu sorrio como se estivesse achando bonito. Até que me dou conta de que era o Joaquim na minha frente aquele que fazia competição de quem bebe água mais rápido, mas ele hoje parecia especialmente bonito! nós olhamos com a testa franzida um para o outro estranhando aquele momento. Solto a minha mão rapidamente e da cadeira, mudo de assunto e fico em pé até o centro do quarto. Sem eu ver ele fecha a mão sentindo falta da minha mão na sua e ele mesmo estranha essa sensação.
– Tá bonito hoje, fez alguma coisa no cabelo?
– Você acha? Ele coloca a mão no próprio cabelo. Sorriu acanhadamente quando o elogiei e eu só tinha dito uma coisa.
– Eu acho.
Voltamos a olhar para o computador e a digitar.
Se uma hora e ali estávamos lendo o trabalho e discutindo.
– Eu vou ter que ir já
– Ah, ta! tudo bem!
– É porque amanhã eu vou chegar um pouquinho mais cedo no trabalho.
– Te levo até a porta.
Ele me dá um beijo na mão rápido e vai embora.
Queria que ele ficasse mais um pouco, mas estranhamente serio ele tinha ido embora naquela noite.
– Você acha? Ele coloca a mão no próprio cabelo. Sorriu acanhadamente quando o elogiei e eu só tinha dito uma coisa.
– Eu acho.
Voltamos a olhar para o computador e a digitar.
Se uma hora e ali estávamos lendo o trabalho e discutindo.
– Eu vou ter que ir já
– Ah, ta! tudo bem!
– É porque amanhã eu vou chegar um pouquinho mais cedo no trabalho.
– Te levo até a porta.
Ele me dá um beijo na mão rápido e vai embora.
Queria que ele ficasse mais um pouco, mas estranhamente serio ele tinha ido embora naquela noite.
Finalmente
eu teria que entregar meu pré-projeto e agora esperar o resultado, estava ainda
nervosa por isso. Se eu passasse teria que ainda fazer uma entrevista depois, uma
prova e depois uma outra prova de língua estrangeira. Depois de ter entregue o
meu trabalho vou até a padaria perto da faculdade. Olho ao redor e lembro de
comprar algumas coisas para sexta feira, Joaquim iria na minha casa e ligo para
confirmar.
– Vamos nos ver na sexta? Como
nos velhos tempos? Digo dando rizada
– Devo os chocolates?
– É disso que eu to falando, pode trazer vamos fazer algo com as frutas e os chocolates.
Eu picava as maçãs na pia enquanto conversávamos sobre várias coisas aleatórias do dia.
– O Lu olhou pra mim?
– Quem é Lu?
– O Luan, se lembra que fomos ver os meninos da banda
– Aaaaah, lembrei!
– Então? Você acha que ele combinaria comigo?
– Não acho que ele combine com você, aliais você tem valores e princípios diferentes dos dele.
– Ai! Será que sou estranha? Eu rio. – Porque será que até hoje eu nunca tive um namorado. Você já namorou uma vez eu até lembro dela.
– Eu só namorei uma vez, foi na época da escola. Mas você nunca foi de se preocupar em ter um namorado e nem ter pressa.
– É porque sei lá, acho que o Luan me faz pensar em namorar
– No momento que tiver que acontecer vai acontecer acredite.
– A propósito trouxe os chocolates?
– Em mãos
– Olha para falar a verdade não sinto a necessidade de ter um namorado, eu tenho você, minhas amigas. –Digo brincando– Vamos fazer skincare hoje também? eu sei que você gosta.
Volto a olhar para a faca que estava cortando as maçãs e de repente sinto que eu tinha falado algo que não sou como esperava, pois Joaquim ficou sentado na mesa calado e paralisado, uma vez que ele estava beliscando os chocolates.
– Devo os chocolates?
– É disso que eu to falando, pode trazer vamos fazer algo com as frutas e os chocolates.
Eu picava as maçãs na pia enquanto conversávamos sobre várias coisas aleatórias do dia.
– O Lu olhou pra mim?
– Quem é Lu?
– O Luan, se lembra que fomos ver os meninos da banda
– Aaaaah, lembrei!
– Então? Você acha que ele combinaria comigo?
– Não acho que ele combine com você, aliais você tem valores e princípios diferentes dos dele.
– Ai! Será que sou estranha? Eu rio. – Porque será que até hoje eu nunca tive um namorado. Você já namorou uma vez eu até lembro dela.
– Eu só namorei uma vez, foi na época da escola. Mas você nunca foi de se preocupar em ter um namorado e nem ter pressa.
– É porque sei lá, acho que o Luan me faz pensar em namorar
– No momento que tiver que acontecer vai acontecer acredite.
– A propósito trouxe os chocolates?
– Em mãos
– Olha para falar a verdade não sinto a necessidade de ter um namorado, eu tenho você, minhas amigas. –Digo brincando– Vamos fazer skincare hoje também? eu sei que você gosta.
Volto a olhar para a faca que estava cortando as maçãs e de repente sinto que eu tinha falado algo que não sou como esperava, pois Joaquim ficou sentado na mesa calado e paralisado, uma vez que ele estava beliscando os chocolates.
Depois de uns segundos ele se descongela
– Pra falar a verdade, acho que o que estamos fazendo é um programa que casais
costumam fazer, ir em um determinado dia da semana na casa da namorada ver ela,
essas coisas. Ir em uma sexta feira a noite cortar maças e chocolate.
Fecho devagar o armário da cozinha com uma expressão assustada e volto para a pia para cortar mais maçãs. Joaquim vira e me abraça de repente por trás enquanto eu ainda cortava as maçãs.
– É engraçado. Viro e nossos olhos se encontram – Mas na verdade não é tão estranho assim.
– Porque não ficamos juntos antes?
– Você tem estado diferente para mim, sempre te achei bonito, mas tem estado mais bonito pra mim
– Você além de ser importante para mim é a menina mais bonita que conheço e agora tenho a sorte de nos sentirmos assim.
Fecho devagar o armário da cozinha com uma expressão assustada e volto para a pia para cortar mais maçãs. Joaquim vira e me abraça de repente por trás enquanto eu ainda cortava as maçãs.
– É engraçado. Viro e nossos olhos se encontram – Mas na verdade não é tão estranho assim.
– Porque não ficamos juntos antes?
– Você tem estado diferente para mim, sempre te achei bonito, mas tem estado mais bonito pra mim
– Você além de ser importante para mim é a menina mais bonita que conheço e agora tenho a sorte de nos sentirmos assim.
Até que meu pai nos flagra, acordo no meio da
noite desesperada e ofegante ainda assustada e com o coração acelerado. “Eu
devo ter sonhado com ele porque estava pensando no Luan e acabou que meu
inconsciente embaralhou tudo”
Ainda nos veríamos na sexta feira e nada de cortar maçãs.
Enquanto isso um entusiasmo de Joaquim depois do trabalho iria ver Miriam nem ele entendia o motivo.
Finalmente quando ele chega sinto meu coração perto dele acelerava como nunca antes. Eu que sempre fui atrapalhada e não sabia agir em determinadas situações, sempre pedia a ajuda de Joaquim, pois ele era seguro, agora quando a questão era com ele mesmo, o que eu faria agora? solto meu cabelo e vou atende-lo.
– Trocou de perfume?
seus olhos sorriam como se fosse uma saudação
– Ué porque? Seu danadinho!
– É só que quando te abracei sentir um cheiro diferente
– Você tem pego no meu pé porque?
– Eu? – Pergunta ele rindo – Eu não.
– Mas então você gostou mais desse? a sua opinião é importante, porque se você gostar outros garotos gostarão também.
Ele me olha com uma cara estranha
– Eu te conheço porque você ta vermelha assim?
– Eu? eu to bem.
– Tem certeza? O que houve?
– Eu tenho que ir ali fora jogar o lixo. Dizia enquanto já estava com a sacola na mão.
– Deixa que eu jogo para você.
– Uma gentileza?
– Mais o menos isso, é que tem um casal de cachorros aqui fora e eles estão... deixa para lá, me dá o lixo.
–pensei que estava sendo cavalheiro comigo!–
Ainda nos veríamos na sexta feira e nada de cortar maçãs.
Enquanto isso um entusiasmo de Joaquim depois do trabalho iria ver Miriam nem ele entendia o motivo.
Finalmente quando ele chega sinto meu coração perto dele acelerava como nunca antes. Eu que sempre fui atrapalhada e não sabia agir em determinadas situações, sempre pedia a ajuda de Joaquim, pois ele era seguro, agora quando a questão era com ele mesmo, o que eu faria agora? solto meu cabelo e vou atende-lo.
– Trocou de perfume?
seus olhos sorriam como se fosse uma saudação
– Ué porque? Seu danadinho!
– É só que quando te abracei sentir um cheiro diferente
– Você tem pego no meu pé porque?
– Eu? – Pergunta ele rindo – Eu não.
– Mas então você gostou mais desse? a sua opinião é importante, porque se você gostar outros garotos gostarão também.
Ele me olha com uma cara estranha
– Eu te conheço porque você ta vermelha assim?
– Eu? eu to bem.
– Tem certeza? O que houve?
– Eu tenho que ir ali fora jogar o lixo. Dizia enquanto já estava com a sacola na mão.
– Deixa que eu jogo para você.
– Uma gentileza?
– Mais o menos isso, é que tem um casal de cachorros aqui fora e eles estão... deixa para lá, me dá o lixo.
–pensei que estava sendo cavalheiro comigo!–
– O que disse?
– Nada – jogo a sacola nas mãos dele – eu vou para a cozinha te espero lá.
– Nada – jogo a sacola nas mãos dele – eu vou para a cozinha te espero lá.
Na cozinha coloco meu avental e começo a falar das frutas. E a picar os
morangos.
– Eu sonhei com você. – Tampo
meu rosto mesmo com as mãos molhadas.
Ele vira a cabeça rápido
– Como foi? foi algo ruim? – Perguntava
ele parecendo sonso e desentendido –
– Nada demais
– Se não me contar vou te
fazer cosquinhas.
– Porque você sempre faz isso
comigo?
– Você é muito fofa... então
gosto de atormenta-la. De ficar apertando suas bochechas também.
– Você molhou minhas bochechas com a suas mãos. Porque suas mãos estão suando assim?
– O que? Não estão. – Ele as limpa na calça jeans – Deve ser porque suas mãos estavam molhadas.
– Basicamente eu não sonhei só com você, mas eu estava nele também. Sonhei que tinha uma coisa rolando entre a gente, acredita? disparo de forma acanhada.
– O que? – Dizia ele se engasgando com a água –
– Sim é muito doideira mesmo. Solto um sorriso de desespero.
Me sento na mesa e ele não dizia mais nada, ele tira a mecha do meu rosto e o coloca o cabelo atrás da orelha e me encara. Ele parecia em uma espécie de quem não conseguia esconder sua felicidade. Quando sinto que ele iria dizer algo vejo a janela da cozinha vazando água, começa a chover peço para que ele fechasse a janela rapidamente.
– Obrigada, agora você poderia cortar os morangos pra mim pode favor?
– Sim senhorita.
Ele ainda me olhava como se não tivesse esquecido do que estávamos falando mesmo uma parte de mim querendo esquecer essa vergonha.
– Eu vou fazer a pipoca.
– Vem cá experimenta esse morango aqui.
– Sou degustadora oficial.
Ele leva até a minha boca e ele sem querer encosta em meus lábios os seus dedos, nessa hora ele olha para mim, mas eu não consigo olhar em seus olhos.
– Você molhou minhas bochechas com a suas mãos. Porque suas mãos estão suando assim?
– O que? Não estão. – Ele as limpa na calça jeans – Deve ser porque suas mãos estavam molhadas.
– Basicamente eu não sonhei só com você, mas eu estava nele também. Sonhei que tinha uma coisa rolando entre a gente, acredita? disparo de forma acanhada.
– O que? – Dizia ele se engasgando com a água –
– Sim é muito doideira mesmo. Solto um sorriso de desespero.
Me sento na mesa e ele não dizia mais nada, ele tira a mecha do meu rosto e o coloca o cabelo atrás da orelha e me encara. Ele parecia em uma espécie de quem não conseguia esconder sua felicidade. Quando sinto que ele iria dizer algo vejo a janela da cozinha vazando água, começa a chover peço para que ele fechasse a janela rapidamente.
– Obrigada, agora você poderia cortar os morangos pra mim pode favor?
– Sim senhorita.
Ele ainda me olhava como se não tivesse esquecido do que estávamos falando mesmo uma parte de mim querendo esquecer essa vergonha.
– Eu vou fazer a pipoca.
– Vem cá experimenta esse morango aqui.
– Sou degustadora oficial.
Ele leva até a minha boca e ele sem querer encosta em meus lábios os seus dedos, nessa hora ele olha para mim, mas eu não consigo olhar em seus olhos.
– Você ta ficando com vergonha
– Eu não... Acho que ando nervosa com o resultado do trabalho
– Vai dar tudo certo, não se cobre tanto e presta atenção, além do mais saiba de uma coisa, quando você estiver cansada eu serei a pessoa que você pode se apoiar e sempre conversar. – Dizia com um olhar terno e amoroso – Eu ainda quero responder a seu sonho.
– Não liga foi só um sonho
– Tenho que continuar fingindo que não sei? Que existe essa ligação entre a gente. Tenho pensado em você.
– Eu não... Acho que ando nervosa com o resultado do trabalho
– Vai dar tudo certo, não se cobre tanto e presta atenção, além do mais saiba de uma coisa, quando você estiver cansada eu serei a pessoa que você pode se apoiar e sempre conversar. – Dizia com um olhar terno e amoroso – Eu ainda quero responder a seu sonho.
– Não liga foi só um sonho
– Tenho que continuar fingindo que não sei? Que existe essa ligação entre a gente. Tenho pensado em você.
Nessa hora meu coração para e volta a bater em velocidade máxima. Fico paralisada.
– Você tem certeza disso? –não conseguia olhar para ele e encara seus olhos.–
– Você tem certeza disso? –não conseguia olhar para ele e encara seus olhos.–
– Eu tenho certeza que quero
estar com você
– Ultimamente ando sentindo algo por você também. –Falo olhando para baixo –
Ele dá um sorriso e me dá um beijo na testa inesperado, mas com ternura
– E agora o que quer fazer? indago de forma desconfortável.
– Ultimamente ando sentindo algo por você também. –Falo olhando para baixo –
Ele dá um sorriso e me dá um beijo na testa inesperado, mas com ternura
– E agora o que quer fazer? indago de forma desconfortável.
– Vamos aproveitar a nossa
sexta feira como nos velhos tempos ok?
A sua resposta dele me deu um alivio.
– Agora eu posso te abraçar mais. – Eu disse com um olhar alegre – Foi um abraço de urso – bem apertado, ele me ergue do chão.
– Claro que pode – Disse ele sorridente –
Nosso olhos brilhavam um pelo o outro era algo nítido. Você não entende o amor até alguém chegue e toque o seu coração. Eu era assim. Não foi tão estranho como eu pensei que fosse, sempre o admirei. Além dele ser meu amigo, ele agora era o meu amor e meu príncipe. Pouco a pouco fomos descobrindo esse sentimento um pelo o outro. De Mansinho você chegou, sem nem mesmo eu ter percebido.
A sua resposta dele me deu um alivio.
– Agora eu posso te abraçar mais. – Eu disse com um olhar alegre – Foi um abraço de urso – bem apertado, ele me ergue do chão.
– Claro que pode – Disse ele sorridente –
Nosso olhos brilhavam um pelo o outro era algo nítido. Você não entende o amor até alguém chegue e toque o seu coração. Eu era assim. Não foi tão estranho como eu pensei que fosse, sempre o admirei. Além dele ser meu amigo, ele agora era o meu amor e meu príncipe. Pouco a pouco fomos descobrindo esse sentimento um pelo o outro. De Mansinho você chegou, sem nem mesmo eu ter percebido.
Fui levar comida no trabalho
dele, mas ele não estava, um dos amigos de trabalho informaram que ele não
estava. Achei estranho, mas peguei o caminho de volta e fui para casa, por
acidente no caminho acabei deixando um pode de vidro cair no chão cortei o meu
dedo com um vidro.
– Você tem me perseguindo ultimamente. Diz ele sorrindo.
Não digo nada para ele, só digo que tinha ido ao trabalho dele, mas não tinha o encontrado.
– Engraçadinho vim trazer comida
– O que é isso no seu dedo? Você se machucou
– Ta tudo bem, foi só um cortinho. Não queria estragar sua comida, mas caiu tudo no chão.
– Muito obrigada, meu amor! Mas vamos cuidar desse machucado primeiro.
assim voltamos para o estabelecimentos onde ele trabalhava.
– Eu não sabia que você era tão bom como enfermeiro
– Eu sou bom em cuidar das pessoas e principalmente as que eu amo. – Ele a olha com um sorrisinho – Ah! Aliais hoje é o meu dia de chegar mais tarde aqui por isso...
Interrompo ele com um beijo no rosto.
– Isso foi um agradecimento
Depois dou um beijo no outro lado do rosto
– E esse outro foi pelo o que?
– Porque eu quis.
Ele pareceu tímido e parecia hesitar um pouco, ele brincava com as mãos nervosamente e esfregava a parte de trás do pescoço enquanto constrangido olhava para mim e meu olhos percorriam todo o seu rosto até chegar no seu sorriso. Dou um beijo leve e de surpresa nele, mas me afasto rapidamente envergonhada. Ele segura nas minhas mãos que estavam sobre a minha boca, ele retira cuidadosamente e me devolve com um outro beijo, corresponde com um beijo suave como a nuvem e com muita ternura, mas que parecia viciar. Sentimos pela primeira vez o calor do beijo.
Até que ele leva a minha mão até o seu coração e no seu peito sentia o batimento de seu coração acelerado.
– Eu te amo a cada batida, está assim por você – Ele olhava para mim profundamente – Não faz essa carinha
– Eu vou chorar. Eu não sabia que eu poderia ser a garota por quem iria se apaixonar e você seria o meu namorado. Digo torcendo a boca.
Ele olhava meu rosto cada parte minuciosamente os detalhes.
– Eu quero você.
– Eu te amo. Digo sussurrando baixinho.
– O que? acho que não ouvi
– EU TE AMO! Pronto?
– EU TE AMO, MIRIAM!
Nos dois caímos na gargalhada.
Eu me deixei apaixonar pelo seu cuidado e carinho.
– Eu só vim aqui porque queria te dar a notícia que meu projeto foi aprovado.
Ele me pega no colo e me gira. Digo a pouco depois que teria que ir embora agora e teria que estudar, pois ainda não terminaram todos os procedimentos para conseguir o mestrado que estava concorrendo. Mas esse foi o primeiro passo, confio que Deus iria me ajudar a passar em todos.
Eu me viro e ele se vira, mas em um determinado momentos ele sai correndo e me beija novamente.
– Não consigo me despedir de você
– Você tem me perseguindo ultimamente. Diz ele sorrindo.
Não digo nada para ele, só digo que tinha ido ao trabalho dele, mas não tinha o encontrado.
– Engraçadinho vim trazer comida
– O que é isso no seu dedo? Você se machucou
– Ta tudo bem, foi só um cortinho. Não queria estragar sua comida, mas caiu tudo no chão.
– Muito obrigada, meu amor! Mas vamos cuidar desse machucado primeiro.
assim voltamos para o estabelecimentos onde ele trabalhava.
– Eu não sabia que você era tão bom como enfermeiro
– Eu sou bom em cuidar das pessoas e principalmente as que eu amo. – Ele a olha com um sorrisinho – Ah! Aliais hoje é o meu dia de chegar mais tarde aqui por isso...
Interrompo ele com um beijo no rosto.
– Isso foi um agradecimento
Depois dou um beijo no outro lado do rosto
– E esse outro foi pelo o que?
– Porque eu quis.
Ele pareceu tímido e parecia hesitar um pouco, ele brincava com as mãos nervosamente e esfregava a parte de trás do pescoço enquanto constrangido olhava para mim e meu olhos percorriam todo o seu rosto até chegar no seu sorriso. Dou um beijo leve e de surpresa nele, mas me afasto rapidamente envergonhada. Ele segura nas minhas mãos que estavam sobre a minha boca, ele retira cuidadosamente e me devolve com um outro beijo, corresponde com um beijo suave como a nuvem e com muita ternura, mas que parecia viciar. Sentimos pela primeira vez o calor do beijo.
Até que ele leva a minha mão até o seu coração e no seu peito sentia o batimento de seu coração acelerado.
– Eu te amo a cada batida, está assim por você – Ele olhava para mim profundamente – Não faz essa carinha
– Eu vou chorar. Eu não sabia que eu poderia ser a garota por quem iria se apaixonar e você seria o meu namorado. Digo torcendo a boca.
Ele olhava meu rosto cada parte minuciosamente os detalhes.
– Eu quero você.
– Eu te amo. Digo sussurrando baixinho.
– O que? acho que não ouvi
– EU TE AMO! Pronto?
– EU TE AMO, MIRIAM!
Nos dois caímos na gargalhada.
Eu me deixei apaixonar pelo seu cuidado e carinho.
– Eu só vim aqui porque queria te dar a notícia que meu projeto foi aprovado.
Ele me pega no colo e me gira. Digo a pouco depois que teria que ir embora agora e teria que estudar, pois ainda não terminaram todos os procedimentos para conseguir o mestrado que estava concorrendo. Mas esse foi o primeiro passo, confio que Deus iria me ajudar a passar em todos.
Eu me viro e ele se vira, mas em um determinado momentos ele sai correndo e me beija novamente.
– Não consigo me despedir de você
– Eu também, eu quero abraçar você,
quero tocar você, quero sentir você. – Dizia acariciando meu rosto – Posso ser seu namorado?
– Pode com certeza, acho que já somos.
– Pode com certeza, acho que já somos.
Eu sempre sonhei em achar meu
príncipe, mas sempre falaram que não existia esse tal de príncipe, mas quando
digo isso, o que muitos não entendem é que isso não significa alguém perfeito,
mas alguém que sempre sonhamos. Bom ele estava mais perto do que eu pensava e
cheguei a pensar que o amor nunca iria acontecer comigo. Não que eu me
preocupasse com isso todo o tempo, sempre
busquei independência, tomar decisões e ter responsabilidades, não queria
encarar a vida adulta dentro da caixinha com um emprego, relacionamento para
assim ser feliz, mas no meio de um turbilhão de coisas Joaquim não foi uma
obrigação ele é o meu presente perfeito que pedi, esteve comigo no passado e
agora estaremos juntos no futuro.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Seu comentário é sempre bem vindo! comente, opine, se expresse! este espaço é seu!
Deixe seu comentário♡
Eu amei de verdade lê cada palavrinha do teu comentário, cada um é mais do que importante pra mim. É muito gratificante, pois assim consigo perceber que meu trabalho está sendo visto♡♡